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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

[DICA] Recuperando arquivos e partições excluídos por acidente

Galera,
o domingo foi puxado pra mim, tava indo tudo tranquilo, até a hora de ver o jogo do meu glorioso Galo e passar aquele "perrengue" , por sorte vencemos. Depois, coincidiu o momento que o Cruzeiro derrotava o Flu por 2 a 0 e dando passeio, com o momento que por acidente, exclui uma partição extendida. #panico

O que aconteceu foi que eu tava com uma partição com Linux que não estava sendo lida nem pelo Linux nem pelo Windows com ext2ifs. (Lendo sistema Ext2/Ext3 no Windows) Aí sempre quando clicava nela aparecia que a partição não havia sido formatada, eu então, ao invés de formatá-la fui ver se excluia e recriava outra maior. Porém....

Aviso aos encaltos: Muita atenção quando for manipular partições, e se não houver necessidade, não mexa nelas, a não ser que tenha feito backup de tudo que lhe importa no seu hdd.

Eu nunca pensei que com tanto tempo de experiência e nenhuma perda fosse fazer uma cagada dessas a essa altura. O fato é que ao manipular pelo diskpart do Windows XP, eu estava desatento e ao selecionar pelo gráfico qual partição eu queria excluir, sem querer eu não percebi que o que estava selecionado era toda a partição extendida e não apenas a partição lógica que eu queria excluir. Aí confirmei, babau...


Imaginem o pânico que eu fiquei a hora que eu percebi o tamanho do erro que eu tinha cometido? Tinha excluido a partição extendida onde estavam todos os meus arquivos pessoais dos ultimos 5 anos o.O
Logo corri para o Google. E já vou avisando, os primeiros resultados quando se procura sobre recuperar partição excluida, não são animadores. A maioria, incluindo um artigo técnico da Microsoft, falam que não é possível recuperar partições excluídas.

Por sorte, o Fluzão empatou em bh, e eu me acalmei por aqui, daí achei um comentário no fórum oficial do Ubuntu, e me lembrei do TestDisk. Ahaaa! Eu usei esse programa alguns tempos atrás quando meu hdd não estava reconhecendo as partições, na realidade a MFT tinha sido corrompida.

Procurei um tutorial antigo que eu tinha visto no GdH, mas ele foi pro tirado para ser incluído no Livro do grande Morimoto. Enfim, procurei, procurei, procurei. Mas o dia não era para o meu pc, primeiro foi isso, depois ao ler o disco do Kurumin 7, meu gravador de cd (de 2001) dá seu último suspiro. Tento imprimir um help do TestDisk, acaba a tinta da impressora... #ehfoda

O TestDisk vem dentro do Kurumin 7 e também em discos de ajuda como GParted ou UltimateBoot CD. Descobri até uma versão Windows dele, mas preferi usar a do Linux que já conhecia. Porém, o Fluzão virou em bh, e aí eu consegui recuperar os arquivos através do TestDisk. Na realidade como eu exclui a partição estendida por acidente, acabei evitando que pudesse sobreescrever os dados por acidente.

*É porque na realidade, você só perde os arquivos no hdd, quando eles são sobreescritos. Quando você exclui um arquivo, para aumentar a velocidade, o sistema apenas apaga os dados na MFT e coloca um til antes do nome do arquivo, o que indica ao sistema que é um arquivo excluído. Ao ler o hdd, o sistema ignora esses arquivos e considera espaço em branco, podendo reescreve-los. Existem formas de recuperar arquivos sobreescritos, mas aí "buraco é bem mais embaixo" e as chances de que os arquivos estejam corrompidos enormes. Por isso recomenda-se em caso de exclusão por acidente, não usar o hdd afetado como sistema e sim como secundário para que se possa efetuar uma varredura ou recuperação sem que haja sobreescrição de nenhum arquivo por uso normal do sistema.


Aí foi só usar o TestDisk e recuperar a MFT. Porém, ao fazer isso eu perdi acesso a minha partição primária com o Windows XP, daí com a ajuda do Ubuntu 9.10 Karmic Koala que eu baixei ontem, e que vou comentar sobre ele em breve, eu passei os arquivos essenciais para um pendrive e apaguei a partição (agora de forma correta), refazendo o caminho e reinstalando o Windows XP. Infelizmente, não consigo acessar as instalações Linux que faço em minha máquina por um problema de reconhecimento da placa e do hdd que sempre gera erro 18 no grub e nem com partição de boot no começo do hdd consegui resolver, mas isso já é outra história.


Guia rápido para uso do TestDisk para recuperar partições primárias, estendidas ou lógicas, ou arquivos excluídas por acidentes


1 - Baixe o TestDisk, ou use distros que o incluem, ou cds de salvação como UltimateBootCD (links acima).
Você também pode baixar a versão para Windows ou instalar no Linux (debian based) via apt.
sudo apt-get install testdisk
2 - Na janela de terminal do Linux, como root. Você pode se tornar root usando sudo su, na maioria das distros.
3 - Digite testdisk
4 - Na primeira tela, selecione o HDD a ser analizado. Plataforma Intel (maioria).
5 - Escolha a opção Analyze e depois Proceed.
6 - Serão listadas as partições atuais, efetuando o QuickSearch, ele buscará de forma rápida (levou menos de 2 minutos num hdd de 160 GB). Caso a partição desejada não tenha sido encontrada, use a opção Deeper Search (Bem mais demorada para buscar)
7 - As partições encontradas são listadas em verde, e tem os simbolos que as identificam.
* -> Boot | P -> Primária | L -> Lógica | D -> Deletada
Você pode alterar o tipo de cada uma usando seta esq./seta dir. Ou ainda acessar as partições para ver se os arquivos realmente estão lá, apertando a tecla p para entrar nos níveis de pastas e q para voltar.
8 - Estando tudo certo, você seguro de que sua estrutura de partições é a correta, selecione a opção Write para salvar no hdd e reinicie para ver as alterações.


No meu caso, eu consegui recuperar duas partições de forma intacta sem perder nem corromper um único byte sequer. Eu perdi a terceira partição porque ela já esta numa área muito longe do hdd, além dos 137.5 GiB reconhecidos pela placa mãe m810lr 7.1a.

Bom é isso aí. agora não precisa ter pânico, excluiu partição por acidente (não que você deva transformar isso num habito, porque um belo dia você pode não conseguir recuperá-la), você terá como recuperá-la usando o excelente TestDisk. Grande Abraço, e fiquem com Deus.

domingo, 28 de outubro de 2007

Tempos de Linux II - Experiências em quatro distros

Minha última semana está sendo bastante fria, afinal estou mexendo tanto no pinguim que não tenho tempo para ter calor humano, risos Trocadilhos a parte, vamos as novidades...
Bem, tinha instalado no meu hdd, quatro distros Linux: gNewSense, Linux Mint, Big Linux 3 e Kurumin 7...

gNewSense - Por ser uma distro livre, ela não dá suporte há muita coisa, pois a maioria os arquivos são de formato propritário: mp3, wma, aac, wmv, avi, mpeg, drivers... É uma distro leve, entre as que eu instalei foi a que ocupou menos espaço no hd, e 2.2 GiB que eu designei para ela foram suficientes... inicialmente, quer dizer. Depois de tentar compilar o arquivo do ndiswrapper, e acusar a falta do kernel source, e na falta dele. Decidi atualizar o Kernel, foi meio loucura, já que embora mexa em Linux há um ano, ainda sou usuário iniciante... Bom, até que tava indo tudo bem, até ele acusar falta de espaço em disco e terminar...
Final da minha experiência no gnewsense, por enquanto...

Linux Mint - O Linux Mint tem um belo design baseado em verde (do mint, em português menta), reconhecimento automático, é uma distro mais normal, o destaque de cara é o "menu iniciar" com função similar ao do Windows Vista. Não entrei em mais detalhes, a versão que eu testei é 3.0 ou Cassandra, também não pude me adiantar. Só instalação usando o LiveCD, ocupou todos os 2.2 GiB que eu havia reservado. Após alguns boots, nem o login era possível fazer por falta de espaço livre suficiente.

Kurumin 7 Light - Esse eu instalei depois de ter instalado o Big Linux, mas mudei a ordem por questões de estabilidade deles aqui. O Kurumin 7 Light funcionou na instalação e um boot, depois ele passou a travar todas as vezes que era iniciado. Só pra lembrar, como já devo ter citado aqui, na última tentativa de instalação do Kurumin 7 Light, ele deu erro no X e não iniciava a interface gráfica, desta vez, o erro parece estar envolvendo a ativação da placa Realtek 8180, que é feito exatamente durante o boot. Sem citar que ele não gravou o grub ao final da instalação o que fez com que eu tivesse ainda que adicionar manualmente via Big Linux.

Kurumin 7 - Para substituir a versão light, como da outra vez, escolhi a versão completa do Kurumin 7. A instalação ocorreu tudo bem, ele também não gravou o Grub, mas com jeitinho funcionou. Porém, após tudo configurado o erro que provavelmente se relaciona a placa wireless Realtek 8180 se repetiu.

Big Linux 3.0 - Ao que parece o Big Linux é baseado no Kurumin, mas os scripts são melhores acabados, ele não é um "canivete suiço" feito o Kurumin, porém possui muitos recursos que facilitam a vida dos iniciantes, além da bela interface. Com ele configurei a placa wireless usando o ndiswrapper com facilidade e instalei rapidamente no hdd. A instalação estava funcionando perfeitamente, até devido ao insucesso nas outras três, eu resolvei montar um novo esquema de partições com apenas 2 linux. Como ponto negativo, principalmente para mim, o fato de ter sido retirado do KDE, o controle de gama do monitor, na opção tela, que é extremamente útil pra mim (uso um CRT antigo que está perdendo o brilho).

Continua...

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Tempos de Linux I - Mandriva One 2008, show de bola!

Muito tempo se passou desde a última vez que instalei um Linux em meu hd. Estive ocupado durante estes últimos meses num processo de transição dos meus cds para dvd. Explicarei esse processo em outros artigos, pois pode ser útil a outras pessoas.

Bem, terminei grande parte desse processo e decidir estudar um pouco de Linux. Já perdi a conta de quantas distros eu já baixei da net, a grande maioria em LiveCD, essa com certeza uma grande sacada que está popularizando muito mais rápido o tux (nome do mascote do Linux, o pinguim). Pois usando um LiveCD, você pode testar um sistema operacional completo em poucos minutos, vendo se ele é interessante ou não, e a partir daí podendo decidir se quer ele no hd ou não.

Particionando...

Isso tudo sem ter de correr o risco de ter de redimensionar partições windows antes da hora, sem correr o risco de ter sua instalação Windows comprometida. Esse último fato já aconteceu comigo, quando tentei redimensionar uma partição ntfs para usar instalar o Kurumin 7, acabei tendo de formatar tudo. Nessa oportunidade eu instalei o Ubuntu 7.04 usando todo o hd.

Redimensionar uma partição ntfs, é um processo delicado e nem sempre realizado com sucesso. Para se fazer é necessário realizar um scandisk no hd antes, depois um processo de desfragmentação especial, onde todos os dados são jogados para o começo do hd, deixando o final da partição livre. Se no final restarem dados e você tentar redimensionar a partição ela acabará se corrompendo e a chance de perda de dados é enorme.

Então se você quer se arriscar redimensionando uma partição Windows, é melhor fazer um bom backup dos seus dados essenciais antes para não ter dores de cabeça depois.

Distros

Voltando a atualidade, bem, devo ter mais de 15 distros aqui, vou listar as que lembro: Kurumin 7, Kurumin 7 Light, Ubuntu 6.10, Ubuntu 7.04, Gentoo 2006.0, Big Linux 3, PC LinuxOS 2007, CentOS 5*, Linux Mint 'Cassandra', ResoLinux 2.4, Mandriva One 2007 Springs, Ututo 2007, Ubuntu 7.10, Kurumin 6.1, gNewSense 1.1, Fedora 6, Red Hat Linux 98.

*somente livecd, a versão com instalador é necessário 6 cds, ou 1 dvd.
**as em vermelho apresentaram erros graves.

Atualmente usando uma partição de 9 GB, eu a dividi em quatro partes, quase iguais, para a instalação do gNewSense 1.1 (versão linux totalmente livre, sem drivers proprietários), Linux Mint (um simpático linux, que se destaca pelo design), Big Linux 3 (linux do brasil, com belo design e muitos recursos, mas um pouco instável) e o Kurumin Light 7 (esse último não atualizou o grub mesmo eu ordenando isso, e por esse motivo ainda não consegui acessá-lo).

Mandriva One 2008 - Fácil, fácil!

Nesse exato momento, escrevo este texto usando o Mandriva One 2008 que levei alguns dias para baixar na minha conexão de 10 Kbps. Com sorte, ele não veio corrompido. Após verificar a md5, gravei em um cd, perdi uma mídia, não sei porque, talvez minha gravadora de cds esteja em fim de carreira, gravei na dvd-ram. Reiniciei e entrei no LiveCD, sem mexer um dedo após alguns minutos o sistema estava totalmente carregado na tela.

Hora de mexer! A primeira coisa foi olhar os recursos disponíveis no menu k do sistema que usa o KDE 3.5, recursos padrões e mais alguns. Depois entrei no famoso Centro de Controle do Mandriva para tentar configurar o sistema. Fui logo em redes para configurar o acesso Wireless. Bom, a placa não foi reconhecida, então fui tentar adicionar de forma manual. O Mandriva sugere que você use o ndiswrapper para configurar. No sistema Windows NNN (Next, Next, Next), localizei os driverso do Windows XP, já que as partições ntfs já foram montadas automaticamente e em poucos segundos ele tinha configurado toda a conexao para mim, usando dhcp. Abri o Firefox, mas ele não conseguiu navegar... Eu, gato escaldado, sei que devia ser o dns. Fui lá terminei a configuração dele de forma manual e pronto, mais rápido ainda, ele se conectou e agora estou usando minha net via Livecd sem ter de instalar um driver via terminal, nem ter de compilar nada, nem ter de instalar uma maldita dependência.

Acessei email, orkut, conectei no meu msn pelo Kopete, tudo muito sossegado, como se estivesse no Windows. O próximo passo era o vídeo, pois o Mandriva de novo só permitiu a resolução máxima de 800x600. Dessa vez ao contrário da versão anterior, quando eu defini o modelo do monitor, e reiniciei o X, usando CTRL+ALT+BACK, ele já definiu como 1024x768, rapidinho, rapidinho.

A aparência do Mandriva é linda, um tom azul, com design espetacular mas sem exageros. O relógio, me lembra o velho relógio do Red Hat Linux 98, mas é tudo muito legal. Não gosto muito do sistema da barra de tarefas, pois a multi-area de trabalho, acaba ocupando um espaço grande dela, e a transição entre as janelas abertas na barra também não é muito interessante, pois por ser suave, acaba confundindo um pouco, pelo menos pra mim... Porém isso deve ser facilmente configurável.

Continua...

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Mandriva em uma palavra: Decepção

Olá pessoal, como estão?
Bem, eu estou numa gripe danada, a queda de temperatura acabou comigo.
No último post citei que minha próxima distro seria o Mandriva. Pois sim, eu baixei o cd do Mandriva 2007 Spring em LiveCD (Versão com GNOME). E tive uma certa decepção.

Para começo de conversa ele não reconheceu todos os recursos da minha ultrapassada gpu onboard, só atingindo resoluções de 800x600. Isto sendo que ele dá a opção de 1024x768 durante a tela de boas-vindas. Falando em boas-vindas. A tela inicial é confusa, se você troca de idioma as opções mudam, e não estou falando de uma simples tradução. Algumas opções simplesmente não existem em outros idiomas. Eu acho que se eles não podem traduzir tudo, traduz o que dá, e mantém as opções em inglês mesmo, senão você tem a impressão de ao selecionar o idioma x estar sendo impedido de usar tudo permitido.

O laranjão da tela de boas-vindas também não é dos mais atraentes, e após o sistema iniciar, fica mais estranho ainda. Sem falar que o tempo de boot do danado não é brinquedo não... Parece que ele tá detectando tudo, mas acho que é por que é lerdo mesmo.

Nas reviews linux, do Mandriva o trazem como uma distro fácil de usar, bonita, organizada, etc... Bem, essa spring não achei o maior primor em beleza (questão de gosto...), organizada ela é sim, aparenta ser fácil.. só até um ponto.. você começar a mexer, aí é que as coisas apertam. Nem todas as opções funcionam, algumas estão disponíveis mas não têm função, etc... De novo volto a citar, se essas opções não têm função em livecd, para que elas estão lá???

Por exemplo, o Mandriva reconheceu meu modem e minha placa de radio: um smartlink micromodem e uma realtek 8180, e dá a impressão de que possui os drivers. Só que se você tenta usá-lo, ele avisa não que não é possível iniciar o dispositivo usando tal driver, que possui o nome e as versões dos dispositivos de hardware que eu tenho. De novo não entendo, se o driver é correto, por que não inicia?

Famoso no Mandriva é o seu Centro de Controle. Fui então todo animado conhecê-lo, ele de aparência e organização parece ser o máximo, ainda mais sendo um linux, já que a maioria das distros não costuma se preocupar com certos detalhes...Mas você vai mexer e começam os problemas, opções que não funcionam, links que não existem... pronto, minha ultima esperança por água a baixo... :(

Como conclusão, desisti de instalar o Mandriva no HD. Imagino que estes erros que eu enfrentei sejam por ser uma versão livecd, aliás torço por isso. Mas senão for... corram para o Ubuntu, que é muito mais jogo! Comparada com lives como Kurumin, ou o Ubuntu, o Mandriva 2007 parece engatinhar...

[]s

terça-feira, 8 de maio de 2007

Desisti do Fedora 6 por enquanto

Olá pessoal,
Bem, como o próprio título já diz, eu desisti do Fedora por enquanto. Nâo tive muita sorte com a distro, os drivers da placa de radio não deram certo, assim como também não funcionaram os do modem hsp56. Não consegui montar partições nfts nele também.

Que eu consegui foi consertar o grub para o Ubuntu reaparecer. Foi simples. Depois de montar a partição do Ubuntu. (Editei o /etc/fstab coloquei referência a partição, depois em /mtn, criei a pasta ubuntu e por fim, usei mount /mnt/ubuntu). Assim copiei do grub do Ubuntu os dados necessários para iniciá-lo e colei no grub do Fedora que estava como padrão. Depois disso reinstalei o grub na mbr com grub-install. Isso só foi possível na conta root, antes o /etc/fstab nem estava disponível.

Não gostei muita da distro não... só confirma que eu não tenho sorte com distros da Red Hat. A primeira que eu coloquei a mão, foi uma da Red Hat e também não deu certo de jeito algum.
Fato que me afastou do Linux até que eu conheci o Kurumin em 2006. O Fedora é uma distro bonita, usa o GNOME, mas não tem suporte a muitos drivers, nem vem com o gcc instalado. Eu não dei sorte com ela por causa da falta de sorte nos dispositivos de acesso a internet, mas outros podem ter mais sorte.

Eu não desisti completamente do Fedora, o fato é que eu acabei precisando da partição (espaço) para gravar um dvd que eu estava copiando. Como o Fedora não estava funcionando bem, entre ele e o Ubuntu, preferi excluir ele. Inclusive deu um trabalhão excluir a partição do Fedora no Ubuntu. Eu instalei o gparted pelo apt-get (apt-get update, depois como root, apt-get install gparted). E tentei formatar a partição em ntfs. Não estava disponível, tentei em FAT32, deu erro falando que já estava montado. Tentei de novo não deu certo. Desmontei a partição via terminal (umount /dev/sda9, o ubuntu reconhece todas as partições como hds scsi), só consegui quando decidi excluir a partição e aí então formatar e mesmo assim deu erro, então usei o comando mkfs.vfat para formatar e aí funcionou. Mas depois a partição apareceu no XP. O detalhe é que o grub era do Fedora, ao formatar a partição dele, perdi o grub e consequentemente todos os sistemas operacionais do hd. Usei o cd do xp e reinstalei a mbr com (r para entrar no console de recuperação após os sistema carregar e depois, fixmbr).

Para corrigir o grub e de novo recuperar o Ubuntu. Pretendo fazer o seguinte: Usar um live-cd do Kurumin, copiar as informações do grub do Ubuntu para o grub do Kurumin e tentar instalá-lo na mbr. Depois eu comento aqui se deu certo.

Já estou pensando nas próximas distros que eu vou testar. Estou tentado em duas: OpenSuse 10 e Slackware 11. Uma é considerada das mais simples para o usuário iniciante, a outra é considerada a distro linux mais pura disponível. Bem, destas eu ainda teria que baixar. Mas em casa eu já tenho duas: Gentoo e Resolinux. Vou comprar uns cds, gravar as iso que eu tenho e testar uma delas, é mais prático. Ainda não terminei nem de ler a apostila básica do Foca sobre Linux. rsrs

Bom, são 4 da matina, boa noite!

Abração

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Linux: Acessando Internet do Ubuntu 7.04 LiveCD

Ola' pessoal,
to acessando o blog de dentro do Ubuntu Feisty Fawn rodando em livecd. Ele e' mais pesado que o Kurumin 7, mas esteticamente e' show, sem falar que ele e' bem simples do ponto de vista do usuario, lembrando muito o comportamento do Windows. Como assim? Estou falando do comportamento de excluir o usua'rio de questo~es menores como saber determinadas configuracoes ou ter de alterar determinados arquivos. Tudo e' grafico, pronto pra usar.

O Ubuntu ainda mantem a mania de nao incluir certos codecs proprietarios o que o impede de ser uma distribuicao pronta para usar. Ele so abre aqueles arquivos livres, que pra dizer a verdade, quase ninguem usa... Nao que eu seja contrario a esse formato livre, acho a ideia muito boa, e ate faco algumas conversoes usando, mas o padrao e' proprietario. Estou falando mais especificamente de videos mpeg e arquivos mp3.

Parece que o tempo de boot do Ubuntu nao mudou muito em relacao a versao anterior, e o sistema carrega normalmente, a diferenca e que nessa versao logo ao iniciar ele ja esta rastreando a procura de interfaces de internet. Como aqui e wireless, ele indicava os pontos de acessos disponiveis. Porem n'ao conseguiu se conectar sozinho. Para que ele se conectasse (eu uso internet via radio), precisei colocar a interface wired wireless em roaming, e configurar a interface wireless com os parametros necessarios, bem como dns. Se o seu provedor utiliza dhcp, talvez ele ja funcione sem essa dica. Senao, vale a pena tentar.
O ruim e que como voce tem de fazer uma configuracao manual para isso, ele acaba nao indicando que voce esta conectando (aquele icone com o nivel de sinal). E voce acaba tendo de descobrir isso sozinho.

Mas o importante e que finalmente o Ubuntu conseguiu habilitar a opcao de internet sem que tivessemos de fazer grandes malabarismos, e muitas vezes sem sucesso, como foi o meu caso na ultima tentativa.

O Ubuntu ja vem com o openoffice.org 2.2. Ele demora mais pra carregar do que o vem na versao anterior, mas deve ser pela evolucao da distro mesmo.
Eu como usuario do Kurumin, notei uma diferenca basica entre as duas distribuicoes. O Kurumin e simples, automatizado, bonito. Mas faz as acoes de forma semi-transparente aos usuarios. Fato positivo quando essa acao resulta em erro, o que facilita na correcao. Ja o Ubuntu trabalha de forma transparente, fato que levou que eu o comparasse com o Windows, que e mestre nesse comportamente, que e ideal para a maioria dos usuarios.

O Ubuntu usa o GNOME, que pessoalmente eu acho capricha mais nas interfaces graficas do que o KDE, sendo assim mais bonito esteticamente. A sensacao quando vi o Ubuntu pela primeira vez, foi a mesma que tive quando vi o XP pela primeira vez, um sistema bonito. Mas como eu ao contrario de muitos, preso mais a eficiencia do que a beleza do sistema, muitas vezes para economizar recursos em pc mais fracos, deixei a interface grafica caprichada de lado e usei aquela aparencia do Windows 2000. No Ubuntu isso parece nao ser possivel, quer dizer, possivel deve ser, mas nao deve ser muito viavel mesmo.

Como ja devem ter percebido nessee post, meu teclado nao foi configurado automaticamente, mas tudo bem, o Ubuntu deu boot automatico e eu nao interferi em nenhuma opcao ate o sistema estar totalmente carregado. Sendo assim, a probabilidade de que isso seja concertado com uma simples selecao de idioma no boot.

Essas sao minhas primeiras impressoes do Feisty Fawn, o novo Ubuntu, o 7.04.
Nao o irei instalar dessa vez, nao tenho espaco no HD para mais sistemas alem dos Windows. Mas para o futuro essa distro pode ser uma opcao. Recomendo a quem quiser experimentar o Linux. Em proximos posts, trago mais impressoes.

Abraco

sábado, 7 de abril de 2007

Por que eu uso Del.icio.us?

Uma vez eu já fiz essa pergunta: Para que, afinal, se usa o Del.icio.us? Isso foi há algum tempo. A resposta é simples.

Com o Del.icio.us eu posso ter as minhas bookmarks (meus favoritos) em qualquer lugar, sempre ao alcance dos meus dedos. Usando a extensão do Del.icio.us para Internet Explorer ou Firefox, é possível facilmente usá-lo de forma tão nativa quanto os favoritos padrão que vem nos dois browsers. No Firefox, existe até a opção do Del.icio.us substituir completa e literalmente os favoritos padrão.

Além da facilidade para adicionar e gerir as urls, o fato delas ficarem online te permita sempre acessá-las, ou se logando no site do Del.icio.us ou então já usando a extensão configurada do navegador e usar como se fosse os favoritos padrão. Você ainda pode acessar seus favoritos usando a url: http://del.icio.us/SEUNOMEDEUSUÁRIO
A diferença é que se você não estiver logado, você só poderá ver os favoritos públicos.

Não há invasão de privacidade. Se você não quer compartilhar um favorito, ou não quer que alguém saiba que você tem esse site nos favoritos, é só selecionar do not share quando adicionar ou então posteriormente. Todas as urls podem facilmente ser editadas posteriormente.

Desde que eu passei a usar o Del.icio.us, tenho todos os meus favoritos em qualquer SO que acesse, ou em qualquer lugar. Por exemplo, aqui em casa eu uso o Windows XP e Firefox com a extensão oficial do Del.icio.us instalado, e também, uso no meu Kurumin Linux, o Firefox configurado com a mesma extensão do Del.icio.us. Ou seja, tenho os mesmos favoritos, sempre atualizados, não importa onde vá, é ou não é ótimo? Tanto que formatei o pc, e nem precisei de me preocupar com backup dos mesmos, depois de formatar o pc, basta reinstalar a extensão e logar, que tudo será atualizado na hora.

Realmente o Del.icio.us é uma mão na roda, e altamente recomendado!

Abraços

segunda-feira, 19 de março de 2007

Linux - Firefox sim, IceWeasel não, no Kurumin 7

Olá pessoal,
estou agora no meu Kurumin 7, quem acompanha o blog sabe como foi conturbado o início dessa era linux aqui, o que eu não culpo tanto a distribuição, e sim, falta de experiência e sorte...

O Kurumin 7 traz uma novidade, que eu creio já ter citado aqui. Ele vem com o IceWeasel, uma versão própria do Debian baseada no código fonte do Firefox. Só que essa versão é extremamente frágil em relação ao Firefox original da Fundação Mozilla. Por esse motivo, prefiro a confiabilidade de um dos melhores programas gratuitos disponível no mercado.

Para isso, usei passos que encontrei uma rápida pesquisa no Google. Como dizem, o Google é seu amigo, tá com dúvida, pergunte ao oráculo! :D

1) Bom, o primeiro passo é baixar o Firefox, se você estiver dentro do linux, basta ir em: http://www.getfirefox.com/

2) Então para desinstalar entre no Konsole, e digitei:

apt-get remove iceweasel

3) Descompacte o Firefox, e o coloque em alguma pasta, aqui eu o deixei em /usr/local/firefox

4) Criei um link simbólico para o Firefox na área de trabalho e adicionei o ícone do Firefox.

5) Os ícones do Kurumin na barra de tarefas e no menu K, ficam quebrados, basta você clica com o boa direito sobre eles, e atualizá-los para a nova localização do browser.

O visitante Diego, nos mandou a seguinte dica para corrigir todos os links de uma só vez.
sudo ln -s /usr/local/firefox/firefox firefox

6) O Firefox quando inicia já pergunta se deseja transformá-lo em navegador padrão.

Após instalar o Firefox, instalei a extensão do Del.icio.us, Save Image in Folder e DownloadHelper, as mesmas que eu usei no Firefox 2.0.2 do Windows e funcionaram perfeitamente.

O único ponto contra, é que o menu do Firefox ficam com letras um pouco maiores que o normal que conhecemos no Windows, mas em compensação a renderização das páginas, que é o mais importante, se mantém igual.

O Firefox é a única raposa pela qual eu tenho simpatia, rsrs

[]s

terça-feira, 13 de março de 2007

Esquema de partição bem sucedido - Parte 2

Bom, no meu último post estava teclando com uma amiga no msn, então acabei tendo de abreviar o que estava escrevendo. Logo depois de ter instalado o Kurumin, último passo na instalação múltipla de SOs que descrevi no outro post. Defini o Grub como gerenciador de boot e o Windows 98/XP como default.

Assim caso nada fosse mudado durante o boot o pc contaria 9 segundos, escolheria a opção Windows 98/XP e caíria no gerenciador de boot do Windows XP para aí sim você escolher se quer usar o 98 ou o XP, por padrão ele também seleciona o XP, mas isso após uma contagem de 30 segundos. No geral eu marquei 15 segundos no Grub e mais 30 segundos no XP.

Em outro post eu explico com mais detalhes sobre o Grub. Por sinal a partição que cabia ao Conectiva já foi reformatada para NTFS, sabe como é 4 GB de espaço não dá pra disperdiçar rsrs

[]s

domingo, 11 de março de 2007

Esquema de partição bem sucedido

Galera,
como havia planejado meu novo esquema de partição foi um sucesso, ou quase rsrs...
Para particionar eu tinha na mão um HDD de 40 GB Samsung SP4011N, que na realidade tem em torno de 37.3 GB de espaço livre. Os passos foram o seguintes:

1) Com um disco de boot do windows 98, sim, um daqueles discos de boot clássicos, inclusive o meu é o mesmo há sete anos! Criei e ativei uma partição de 2.5 GB em FAT32. Aí então instalei meu Win98 nela.

Entrei no Windows 98 e mudei a letra das unidades de cd de D E para E F. No próximo passo vocês entenderão.

2) Com o cd do XP dei boot no pc, e iniciei a instalação criando uma outra partição NTFS de 12 GB e mais uma de 13.6 GB (aproximadamente 3 dvds), esta última é parar guardar os arquivos.
Instalei o XP e não configurei, mas o XP ficou na unidade D:, se eu não tivesse remanejado as unidades no 98, ele teria ficado em F, é uma alteração pouca, mas achei mais interessante deixá-lo em D, logo após o C.

3) Com o Conectiva 10 criei outras partições e instalei primeiro o Conectiva 10 e depois o Kurumin 7, com os dois compartilhando /home e Swap, mas o Conectiva 10 não funcionou, só o Kurumin 7.

Por hora é só, um abraço

quinta-feira, 8 de março de 2007

Brincando com as partições: Windows 98 e XP

Olá pessoal,
por esses dias estou ocupado em instalações e reinstalações do Windows, isso após duas semanas mexendo no Linux, entre o Kurumin e o Ubuntu. O Kurumin é uma distro excepcional de tão completa, já o Ubuntu é uma distro bonita, estável, mas longe de ser completa e com alguns bugs chatos como o de reconhecimento da placa wireless.

Agora, estou de volta ao Windows, pois percebi mexendo no Linux que o Windows não é tão "Ruindows" assim. Ainda não desisti do Linux longe disso, mas tenho tarefas que só podem ser realizadas tranquilamente, por hora, no Windows. Por isso estou reparcionando o HD.
O Windows 98, além de ser por motivos nostalgicos é para rodar jogos e programas antigos que possuem problemas de compatibilidade com o XP. O XP ainda continua sendo o porto seguro. E o Linux será instalado novamente para estudo.

O problema ainda é o tamanho das partições, tinha designado 1 GB para o Windows 98, só que com as atualizações e direct x, além do arquivo de paginação, o espaço acabou sendo pouco.
Um esquema de partição para cada objetivo é o principal, tinha designado 10 Gb para o XP para poder sobrar mais espaço para outros SO, mas o espaço acabou sendo pouco.

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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Instalação do Kurumin Linux 7 travou dois dias depois de instalado

Como relatei no post anterior, reparticionei meu hd para instalar o Linux, e tive alguns problemas no Windows XP por conta disso. Porém consegui instalar o Kurumin Linux 7 e foi tranquilo, o sistema é rápido, estável e permite facil instalação de programas através do apt-get. Alguns poréns, como o fato do Debian, ter retirado o Firefox dos repositórios e substituído por uma versão própria chamada IceWeasel são resolvidos com uma simples instalação do Firefox original.

Porém nem tudo são flores, a confiabilidade e estabilidade dos sistemas linux para mim não duraram dois dias! Isso mesmo, no segundo boot que dei na máquina o Kurumin já passou a travar na hora de iniciar a interface gráfica e só saia daí na base do Reset. Chega a ser até irônico, ver um Linux travar e ter de ser solucionado com reset, num fato que é muito usado pelos linuxers xiitas para criticarem o Windows.

Eu desanimei um pouco, pois como só fix configurações simples como instalar programas, trocar papel de parede, instalar protetores de tela, fico com medo de um sistema que para de funcionar do nada sem motivos. Não desanimei do Kurumin, o sistema é realmente excelente, mas por enquanto só confio nele em LiveCD.

É capaz de eu ficar alguns dias sem net, pois além de fazer uma formatação de baixo nível, na certa vou fazer uns testes instalando alguns Linux que tenho aqui para testar. Deve ser coisa de três ou quatro dias, para aproveitar e depois voltar a instalação padrão. Agora XP/Linux.

Abraços

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Mudança de planos

Olá amigos,
Carnaval terminando, pelo menos fora da Bahia, rsrs... O ano agora vai começar pra valer! Bom eu tinha planos de comprar uma nova placa de vídeo para o meu pc. Minha placa mãe é uma daquelas clássicas m810 da PCChips, que viraram lenda pela baixissima qualidade.

Upgrade
Ela possui um slot agp 4x, só que como tem grande incompatibilidade, para que a maioria das placas de vídeo funcionem, é necessário colocar o agp em 1x. Entre as opções estão: FX 5200, FX 5500 e 6200. Tudo estava caminhando bem, após análise estava optando pela 6200, só que agora surgiu um novo problema...

Meu HD Samsung 40GB SP0411N me deu um susto, e aliás continua me preocupando... Caiu o desempenho de 253 para 88 no teste "Seek Time Performance" do S.M.A.R.T, além disso, ainda descobri que ele possui 2 bad blocks, sendo assim, estou esperando a evolução do problema. Porém, as chances que eu tenha que comprar um HD novo são muitos grandes, infelizmente.

Linux Kurumin 7
No mais, realizei testes com o Kurumin 7.0. Dessa vez ele funcionou perfeitamente, consegui me conectar na minha internet via radio, com mais facilidade do que no Windows e isso rodando ele via LiveCD. Fiquei tão empolgado que baixei também a versão small desse Linux, chamada Kurumin Light 7.0. E aproveitei e gravei em um minicd. Testei e vi que tamanho não é documento, rsrs.. A versão light tem um excelente desempenho, para ser tão pequena, cerca de 190 MB, ela tem poucas coisas extras instalados, mas tem o essencial para quem quer conhecer o sistema, ou está precisando de um sistema pequeno mas capaz, para tarefas simples. Muito bom e recomendo.

Download Kurumin 7.0

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domingo, 11 de fevereiro de 2007

Quase carnaval

Olá amigos,
como o tempo passa rápido, já faz mais de dez dias que o meu pobre blogecko, não recebe ao menos um único post. O motivo eu nem sei ao certo, tenho estado ocupando organizando algumas coisas por aqui. Algumas coisas que eu fiz por esses dias...

Rodar DVD no Kaffeine
Testei mais o Kurumin 7.0 rc3 em livecd, consegui resolver o problema do Kaffeine, pelo menos parcialmente. Para que ele consiga ler o dvd é necessário criar um link simbólico em /dev/dvd, isso ocorre porque no Kurumin ele detecta as unidades ópticas como cdrom e cdrom1. Para criar um link simbólico é muito simples, basta entrar no terminal e digitar?

ln -s /dev/hdd /dev/dvd

o /dev/hdd é a localização do link para a unidade de dvd no meu pc. Se você possui só um drive, provavelmente ele estará em /dev/hdc. Já /dev/dvd é o link simbólico.

Primary Master Hard Disk Fail
Essa foi uma das mensagens de erro que ocorreram no pc de um amigo meu. O hd dele não estava sendo localizado, nem as unidades ópticas... no fim o sistema operativo nem iniciava.
A gente deu uma boa limpa na máquina, em todos os componentes, e diminuiu a ocorrência desses problemas pelo menos por enquanto. Mas a intermitência dos erros, me leva a crer que seja a placa mãe, que já tem uma década, que está em "fim de carreira". Porém os testes ainda não são suficientes para dizer isso.

O primeiro problema ocorrido na máquina dele foi que o modem não era reconhecido e depois foi seguido deste não reconhecimento das unidades de disco. Se alguém tive experiência com esse tipo de problema e quiser dar umas dicas, mande um email: geckobr at gmail.com
O modelo da placa é uma Soyo SY-5EH5, uma Super 7.

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segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Info: Linux Kurumin rc3

Olá pessoal, espero que todos estejam bem!
Bom, no dia 28, além da festança que eu comentei, eu também baixei a versão de teste release candidate 3 do Kurumin 7.0.

Nos testes que eu fiz em LiveCD, os resultados foram ótimos. Ao contrário do Kurumin 6.1 que dava erro de segmentação em qualquer script de configuração, nesse os scripts funcionam muito bem. Em poucos segundos eu consegui configurar minha internet Wireless, ainda mais agora que o provedor tá oferecendo conexões por DHCP.

Deixei ele conectado durante mais de 8 horas, e isso em livecd, acessei os sites normalmente usando a versão personalizada do Firefox para o debian, o iceweasel. Embora tenha tido alguns problemas em sites tableless, funcionou muito bem no geral. Outro ponto positivo foi o reconhecimento automático de todos os componentes ligados ao pc. Isso sem necessidade de instalação de drivers auxiliares. Tudo funcionou tranquilamente, incluindo o desligamento que antes dava erros após se tentar configurar a wireless e agora é rapidinho e seguro, mesmo em LiveCD.

O ponto negativo foi que eu não consegui assistir ao dvd: Piratas do Caribe 2 - O baú da morte.
Tanto o Kaffeine quanto gmplayer deram erros, e acabaram fechando sozinhos. Eu tentei montar a unidade de dvd em outro lugar, diferente do padrão mas o resultado foi o mesmo.
Minha opinião geral sobre essa nova versão do Kurumin é que ela está ficando show! Quer dizer, ficando não, ela já está show, tanto que eu acho que nem me preocuparei com quando vai sair a versão final, que não deve demorar.

Esse novo Kurumin, me causou uma grande dúvida, rs... ele é tão bom, que me fez até duvidar se instalo o Ubuntu ou ele. O Kurumin é mais completo, mais preparado para iniciantes, pois já vem com scripts para fazer as principais necessidades de configuração, bem como um misto de drivers livres e proprietários (ex.: ogg e mp3). No desempenho o Kurumin aparenta ser mais leve que o Ubuntu, mas nesse caso pode se contar que o Ubuntu usa GNOME e o Kurumin usa KDE.

Essa alegria com o Kurumin veio logo depois de eu descobrir que os meus três cds do Conectiva Linux 10 estão corrompidos. Descobri isso criando a ISO dos cds e checando o md5, com os que eu tinha anotado. Infelizmente na época que eu estava baixando esse linux, a conexão estava muito ruim via ftp, e demorou semanas para eu conseguir tudo. Como ainda não tinha intimidade com o md5, acabei gravando os discos sem conferir. Bem como aconteceu com o Kurumin 6.1, mas esse último a verificação da iso gerada deu o código exato que eu tinha anotado, e eu não entendo o porquê dela não funcionar direito.

Estou ansioso para testar tantos Linux, já tenho: Kurumin 7 rc3, Ubuntu 6.10, Fedora 6, Big Linux 3, Gentoo 2006.1 e Conectiva Linux 10.

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sábado, 16 de dezembro de 2006

Info - Mergulhando de cabeça no Linux - Parte I

Calma, calma rsrs.. não é um mergulho perigoso, estou estudando cuidadosamente o rio onde eu vou pular para evitar encontrar uma pedra me esperando lá em baixo, rsrs.. analogias nada a ver de lado, o fato é que estou cada dia mais interessado nesse universo Linux, o universo do open-source, do software livre, e não necessariamente gratuito.

Minha primeira impressão com o Linux foi com a versão 5 do Red Hat Linux, trazida pra mim por uma parceria deles com a Conectiva e a revista Geek. Essa versão trazia muitos recursos interessantes, e olha que ela é de 1998, só que na época, embora já fosse muito mais estável que o meu Windows 98, eu não consegui instalá-la, aliás pelo motivo que eu até hoje não consigo instalá-la corretamente. Afinal, sem vídeo (x), sem som e sem internet, o que dá para se fazer em um sistema operacional, ou como dizem nossos patrícios portugueses, sistema operativo. Apenas aprender a mexer nele em modo texto, e nisso, essa versão ainda é útil.

Minha primeira experiência na instalação foi em 2001, mas a tentativa fracassou. Depois disso eu migrei para o XP (2003) e não me preocupei mais com travamentos, só trava raramente e geralmente por causas externas a ele. Com a instalação da net a radio (2006), pude, mesmo que com uma velocidade não muito veloz, baixar as isos de algumas versões.

Baixei então, esse ano, há uns 2 meses eu acho, a versão 6.1 do Kurumin, distribuição nacional, mantida pelo técnico em hardware e programador do Guia do Hardware, Carlos Morimoto. E da qual me atraiu pelo principal motivo de poder rodar do cd, o que é chamado de Live CD e que está muito na moda atualmente. Graças a isso, conheci o VMware, que tem sido uma mão na roda por permitir o uso de outros sistemas operacionais, mesmo estando no Windows (ainda meu porto seguro*) .

Do Kurumin, percebi uma distribuição estável, com ótimo reconhecimento de hardware e boa seleção de utilitários, contudo, com alguns erros de script, o principal ponto que notei foi a falta de verificação de erros. Os scripts mesmo recebendo informações erradas seguem toda a vida sem que seja notado que algo está errado. O que muitas vezes exige que se refaça todos os passos para corrigir.

Graças a habilidade LiveCD, o Kurumin já me quebrou o galho para fazer backup de dados do meu Windows XP, em dia que eu achei que tudo estava perdido.. mas por sorte, era só a falta de um chkdsk /r. Eu considero o Kurumin, uma distro canivete suiço, completa, compactada e eficiente, que traz ferramentas uteis para qualquer hora, recomendada até mesmo para os mais aficionados pelo Windows como segunda opção.

Não posso me adiantar muito, pois ainda não instalei o Kurumin pra valer no Hd, mais pela impossibilidade configurar a net a radio que no meu caso ainda não funciona, falha de segmentação nos scripts de configuração. Como manualmente eu não sei fazer, então, por hora não rola!

sábado, 25 de novembro de 2006

O que tem me mantido ocupado: MS-Dos 6.22 e Windows 3.11

Olá amigos,
vocês não irão acreditar no que tem me mantido ocupado por esses últimos dias: SISTEMAS OPERACIONAIS! No começo da semana eu estava testando o Kurumin e finalmente consegui entrar em rede com o Windows XP através do VMWare (máquina virtual). O lance foi criar uma conta no XP e logar no Kurumin através dela. Criei pastas e tudo, acessei normalmente. Meu próximo passo é o caminho inverso, mas agora eu já estou ocupado com outra tarefa.

No dia seguinte, comecei a testar uma nova máquina virtual no VMWare, dessa vez configurada para o Windows 3.11. O motivo para esses testes é que eu nunca mexi nessa versão, e pelo tanto que falam dela (mal!) rsrs, eu quero conferir. O fato é que descobri coisas interessantes. A maioria dos usuários mais experientes, na certa conhecem o 3.1 muito bem, mas para mim que comecei em 2000, já no Windows 98, a coisa é diferente.

O Windows 3.1 na realidade é uma interface gráfica para o MS-Dos. Tudo roda no Dos em background. Criei uma máquina virtual com hd de 300 MB, 16 MB de RAM, conectado por Brigde e com disquete e cd. A instalação é normal, contudo é necessário um disco de boot do MS-Dos 6.22, que eu encontrei no site www.bootdisk.com. Depois de montado o disco de boot, eu reinicio a máquina virtual, dou o boot e uso o fdisk para criar a partição, no caso FAT (única suportada pelo Win 3.1), e ativo a partição. Depois de outro boot, uso o Format e formato a única C.

Para instalar o Dos, precisei primeiro encontrar o programa. Procurei no Google até dizer que chega, mas finalmente encontrei as imagens em um site russo. Montei elas através de uma opção das configurações da máquina virtual no VMware Server. E dei outro boot, a instalação iniciou, conforme ela ia pedindo novos discos, eu trocava a imagem que estava montada. Em pouco tempo, o MS-Dos 6.22 estava instalado. E é a versão completa, não aquele prompt que vemos no Windows XP atualmente.

Outro motivo que me levou a querer instalar o 3.1, foi que eu o encontrei em um cd antigo e resolvi testar. Contudo a versão que eu tenho não vem com o setup.exe, e agora? Bom, peguei a ajuda da minha mulinha (eMule) e baixei o MS-Dos 6.22 e o Windows 3.1 juntos! Ainda não consegui testar. O impasse é ter que passar tudo para um disquete antes de usar na máquina virtual, ainda não consegui resolver isso.

Abaixo alguns screens que eu capturei dos testes de hoje. Em um próximo post eu coloco alguns da rede Linux-Win pelo Kurumin. Além de alguns endereços de sites com bons acervos de Dos, e alguns screens que eu capturei de jogos rodando dentro da máquina virtual do DOS.

1-instalação do dos terminada com sucesso


2- site www.bestoldgames.net, com excelente acervo de jogos para Dos


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domingo, 8 de outubro de 2006

Kurumin e Virtual Desktop Manager

Ae pessoal, tudo bom?
Estou bem. Hoje fui tentar configurar meu Kurumin 6.1 para acessar internet, infelizmente não consegui configurá-lo nem para radio, nem pra dial-up. No entanto, estava fazendo uns testes. O Kurumin é uma versão do Linux compacta que permite ser executada diretamente do CD. O disco rígido do Kurumin é criado dentro da mémoria RAM, e é chamado de RAMdisk. É para execuções temporárias já que ele não salva quando reinicia-se. Ele também permite instalar no HD, função que eu ainda não testei, assim como também fazer uma instalação normal, ou rodar diretamente da ISO.

Nos testes que eu realizei não me agradou muito, o sistema começa bem, mas em pouco tempo não funciona. Ainda não consegui salvar nada, pois os dados não suportam NTFS. Ele consegue ler, mas não consegue salvar. Ainda tenho de aprender a mexer para poder dar uma opinião mais concreta.

O interessante, foi que enquanto fuçava no Kurumin, vi um recurso chamado 3D Desktop. Imaginei que seria algo interessante mesmo. E descobri que é um recurso que permite se criar multiplos desktop na mesma conta de usuário. E ainda permite uma rotação entre eles em 3D, algo muito dinâmico e moderno.

Voltando para o XP, já que eu ainda estou limitado a ficar offline no linux, eu por acaso descobri observando a minha taskbar, uma opção chamada Desktop Manager. Que me dá um recurso semelhante a esse que eu citei anteriormente no Kurumin. Múltiplas áreas de trabalho, no máximo quatro, intercaladas por um simples toque de botão (1 a 4). Ou então no modo Preview onde pode ser ver uma exibição menor de cada uma e ao clique maximizá-la. Recurso bem legal.
Me lembrei que tinha instalado esse recurso, e ele se trata de um Powertoy. Um brinquedo que permite mais recursos ao XP, dentre uma lista dos oficiais existe esse.

Link do powertoy: Virtual Desktop Manager

Por hora, é só.

Abraços

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