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terça-feira, 4 de novembro de 2008

Windows: Consumo exagerado de memória RAM no ZoneAlarm

Alguns dias atrás, adquiri mais 512 mb de ram para meu pc. Ele já estava no gargalo da memória e estava tendo de recorrer muito a Swap ou no Windows, arquivo de paginação. E como o desempenho do hd também está péssimo, devido ao desgaste físico e danos físicos (leia-se aqui: bad blocks), cada vez que ele tinha de fazer isso, o pc simplesmente travava (ficava congelado até que a tarefa fosse feita).

Após ter colocado mais memória, mesmo com o baixo desempenho do hd, esses travamentos sumiram já que as tarefas de Swap se tornaram menos frequentes e o cache do sistema aumentou, na prática dobrou. Porém, fui percebendo que existia um "comedor" de RAM no meu pc. O que antes estava fazendo sobrar cerca de 200 MB de RAM livre, agora fazia sobrar 60 ou 70 mb. Ao verificar notei que o ZoneAlarm, que antes de eu formatar o pc consumia 35 a 70 mb, agora estava consumindo incriveis 260 MB o.O

Fui pesquisar no oráculo para ver se conseguia encontrar registros a respeito disso e não encontrei nada. Pensei então na segunda hipotese, eu estava usando uma versão antiga do ZoneAlarm, a versão 5.x... Então decidi atualizar o programa para a versão 7.x e não é que isso solucionou o problema? Pois é, o gasto do VSMON, caiu de 260 mb para 42 mb, e está sobrando cerca de 250 mb de RAM para os programas do meu pc. ^^



Esse é um exemplo claro de quando mais RAM é útil. Meu pc se tornou mais rápido, porque ao adicionar mais memória ram, ele precisou fazer menos SWAP (paginação), acessando menos o hd (que é bem mais lento que a RAM), dando maior velocidade e estabilidade no geral. Porém, testei um jogo, Winning Eleven 7, bem antigo, mas... e a velocidade deste não se alterou, já que ele consumia menos recursos que eu já tinha antes, ou seja, ele nunca atingia o gargalo do pc, e a RAM não melhorou seu desempenho. O desempenho de programas como Firefox (famoso comedor de memória), Photoshop, e até mesmo do Audacity também melhorou, pelo mesmo motivo que citei antes, com mais RAM, eles precisam fazer menos SWAP. Mas caso seu pc ainda não atinja o "gargalo" de memória, o desempenho pode não melhorar. De qualquer forma, RAM é o upgrade mais simples, barato e normalmente traz bons resultados, então quase sempre é uma boa pedida.

Abraços

domingo, 17 de agosto de 2008

Review: Conferindo hashs MD5, SHA-1 e CRC32 usando o HashTab

Quem está acostumado a baixar distros Linux,  já está acostumado também a verificar a hash MD5 dos arquivos para garantir que o arquivo está íntegro, ou seja, exatamente, idêntico ao que foi feito. Por um motivo que eu desconheço, quando se baixa pela Internet, esse arquivo pode vir inteiro, ter uma aparência completamente normal, inclusive o mesmo tamanho, porém, ter vindo diferente do original.

Em distros Linux, a integridade  pode significar: funcionar ou não.

Porém, em tempos de arquivos de muitos gigas, não são só distros que precisam verificar por integridade, qualquer arquivo pode sofrer esse processo, e para garantirmos que estamos com o arquivo correto, é necessário verificar a hash dele.

Mais comumente, os sites junto com o download costumam já distribuir também a hash md5 do arquivo, alguns preferem a hash sha-1. O CRC-32 normalmente é usado por programas verificadores de arquivos duplicados, como o CloneSpy, para garantir que um arquivo é diferente do outro.

No linux, já vem programas para verificar todos via linha de comando, já no Windows costuma-se usar o MD5Summer para md5 e o sha-1 (via linha de comando). Porém, pesquisando esses dias descobri um programa (extensão para Windows) que já verifica os três ao mesmo tempo!

Estou falando do HashTab. É um programa leve para windows que adiciona uma aba, dentro das propriedades do arquivo, gerando automaticamente os hashs, md5, sha-1 e crc-32 do arquivo. Se você necessitar comparar com um outro, basta clicar em comparar e procurar o arquivo de texto contendo o md5/sha-1/crc-32 do arquivo original.

É uma maneira extremamente simples e nativa de fazer isso. O programa possui idioma em português e não atrapalha em nada o desempenho da máquina, parece mais que já veio no Windows. Recomendo!

 Download (32bits)

 Download (64bits)

[]s

terça-feira, 29 de abril de 2008

[Linux] Primeiras impressoes do Ubuntu Hardy 8.04

O Ubuntu Hardy foi lançado ontem dia 28/04, mas já tinha uma versão beta disponível há bastante tempo. Eu baixei de ontem para hoje a versão final 8.04. Estava bastante ansioso, pois desde o Linux MInt 4.0 que não funcionou no meu pc, eu não testava uma distro Linux. E o Ubuntu me conquistou hehe, pois o utilizo desde a versão 6.10, e a cada seis meses baixo uma nova versão nem que seja só para dar uma olhadinha. Como todos sabem, após alguma procura, defini o Mandriva como minha distro padrão, atualmente uso a versão 2008.0, já que ainda não senti necessidade de atualizar para a 2008.1, pois a versão atual está rodando redondo redondo, rs Tanto que no momento estou escrevendo esse texto dela, para navegar na net, prefiro sempre usar o Mandriva.

Bom, mas o texto é sobre o Ubuntu rsrs
Baixei a ISO, levou umas 20h, minha net é de 128kbps. Hoje lá pelas 4h da matina (sim, eu ainda não dormi, tenho dificuldade para dormir a noite), o download terminou, eu verifiquei a ISO com o MD5, e estava tudo ok. Gravei a imagem e ao invés de usar o Nero, usei o InfraRecorder, que é recomendado na própria guia oficial do Ubuntu. O Infra é um programa opensource, freeware para gravação de cds. Eu pessoalmente gostei muito do programa.

Gravada a iso, reboot na máquina e início pelo cd. Agora logo de cara, o Ubuntu já pergunta qual idioma você quer usar, eu selecionei obviamente Português do Brasil (pt-br), comecei um teste de memória para verificar a memória do pc, mas já tava tarde e eu queria ver logo o Ubuntu, então cancelei. Se escolhermos a primeira opção logo depois de selecionar o idioma, testamos o Ubuntu em modo LiveCD, que é o melhor modo para testes.

O boot demora um tempinho, nada absurdo. De cara o que eu notei foi o novo papel de parede, muito mais interessante que o anterior. As opções padrão tudo lá, lixeira, duas áreas de trabalho, a barra de tarefas na parte com opções de programa, arquivos, rede, etc...

Programas

Office
Os programas do Ubuntu Hardy, são basicamente atualizações dos programas comumente usados no Ubuntu, OpenOffice 2.4, mas só com Writer, Spreadsheet, Presentations e Ink.
É interessante observar como o desempenho do OpenOffice é superior quando ele roda em um plataforma Linux, além de ser mais bonito também, muito mais atraente que a versão para Windows, dá até gosto digitar texto nele, é mais atraente até do que o Word, principalmente que o Word 2007, mas isso é outra história.. rsrs

Eu observei as funções dentro dos programas do OpenOffice, nada de muito inovador e também as extensões dos arquivos suportados, os padrões odf (OpenDocument Format) e também os padrões de mercado (doc, xls, ppt), eu estava procurando se já havia suporte para o OpenXML, mas por ter se tornado ISO (Organização Internacional para Padronização) a pouco tempo, ainda não está disponível.

Internet
Como browser, temos o Firefox, o curioso é que o Ubuntu Hardy já vem com a versão 3 da raposa vermelha, mas ainda o Beta 5, que eu comentei aqui há alguns dias. Para mim, mesmo sendo beta, foi uma ótima escolha da equipe do Ubuntu. Para email, temos o excelente Evolution.

Em mensageiro instantâneo, temos o ótimo Pidgin, antigo Gain, agora muito mais estável. Eu uso ele no meu Mandriva também. Para VOIP, o hardy vem com Ekiga, um programa que eu nunca testei, mas que é muito elogiado, como Skype OpenSource. O que eu observei, é a inclusão por padrão de um programa para peer-to-peer.

Imagens
Para imagens o Ubuntu traz o padrão GIMP atualizado, o SANE para Scanners e o G-Spot para visualização de imagens.

Som e Vídeo
Para som e vídeo o Ubuntu tras o clássico RhytmBox, e uma nova opção para busca de codecs. Por padrão eu não consegui abrir nenhuma mp3, mas ele me deu a opção de buscar os codecs necessários.

Acessórios
Além dos programas normais, encontrei um programa para criptografia.

Montagem de sistema de arquivos
Por padrão, o Ubuntu não conseguiu abrir minhas partições NTFS do Windows XP, e nem abrir a partição home do Mandriva, nesse caso por falta de permissões.

Administração e Configurações

Nessas áreas, estão as já padronizadas opções de configuração, funciona como se fosse um painel de controle. Eu pessoalmente gosto mais do Centro de Controle do Mandriva.
A única opção nova que eu notei, alias, duas.. foram: Drivers (Para configurar e detectar drivers proprietários) e Testing Hardware (que testa o hardware e no final pede para enviar o resultado para melhorar o database do Ubuntu).

Acesso a Internet
No acesso a Internet, por padrão o Ubuntu deixou a desejar. Embora, tenha detectado tanto o modelo da placa de rede quanto da placa de rádio, ele não deixou opção para ativar nenhuma das duas. Sendo assim, não tive acesso a internet durante os testes iniciais.

O que é interessante, pois até a versão 6.10, o Ubuntu dava perfeito suporte a minha placa de radio, uma RealTek 8180, porém nas versões seguintes isso não vem mais ativado por padrão.

Conclusões:
Primeiro ponto, estes testes foram bastante superficiais e relativamente rápidos. Só tentei observar o mais essencial, sempre usando a configuração padrão, ou seja, o que você tem assim que o Ubuntu termina de carregar.

Pude notar, uma evolução no sistema em alguns pontos, design, programas e atualizações. Porém, na parte dos drivers, achei que ainda deixa um pouco a desejar.
Não sei se vou executar um teste mais detalhado depois, talvez.. rsrs

Download do Ubuntu Hardy 8.04

To com sono agora,
Bom dia a todos, abraço

quinta-feira, 17 de abril de 2008

[Linux] Urnas eletrônicas rodarão GNU/Linux


Brasil é pioneiro na adoção do Linux em eleições

Recentemente o TSE divulgou que as urnas eletrônicas brasileiras vão rodar GNU/Linux. Antes elas rodavam dois sistemas, o VirtuOS e Microsoft Windows CE. No total, serão migradas 430 mil urnas para o novo sistema. Ainda não foram divulgados detalhes de qual sistema vai ser adotado (e provavelmente não será por causa do sigilo).

Segundo o Giuseppe Janino, secretário de tecnologia da Informação do TSE, as urnas não têm nenhum dispositivo de conexão e todas são lacradas. Isto impossibilitaria uma invasão dos dados, mesmo tendo todo o código aberto. A decisão da migração está ligada a requisitos de segurança e melhor auditoria.

Um fato interessante é que o sistema de assinatura digital que validará o software de votação será aberto aos partidos para análise. Os aplicativos desenvolvidos ficarão à disposição dos representantes dos partidos, em uma sala de apresentação, com acesso controlado e restrito, no TSE em Brasília. Ponto para o governo. Só espero que os lacres não sejam violados antes da votação.


fonte: http://info.abril.com.br/blog/luizcruz/20080411_listar.shtml

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