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terça-feira, 25 de março de 2008

GALO 100 anos


fala galera,
hoje, dia 25 de março de 2008, é dia do aniversário do Centenário do Glorioso Clube Atlético Mineiro, o GALO!!!

Nós atleticanos, mesmo afastados perdidos nesse mundo, nesse brasil... estamos todos unidos por nossa maior paixão, o GALO.

Em 1908, alguns garotos no Parque Municipal em Belo Horizonte, fundaram o primeiro clube de futebol da cidade, e iniciaram uma paixão sem limites.

Tivemos muitas glórias, alegrias, algumas tristezas, desafios, demonstrações de amor, raça, perseverança, e nos mantivemos decididos!

Hoje, 100 anos depois, estamos aqui, dos mais fanáticos torcedores do mundo, firmes e fortes, para enfrentar mais desafios rumo aos próximos cem anos de glória!!


GAAAAAAAAAAAAAAALOOOOOOOOOOOOOO


terça-feira, 8 de maio de 2007

Futebol: Fim do jejum

O Galo se sagrou campeão mineiro de 2007 ao perder para o Cruzeiro por 2 a 0. Putz, ele se sagrou campeão ao perder? É.. é duro de ouvir, mas foi isso mesmo. Como venceu o Cruzeiro no primeiro jogo por 4 a 0, e perdou só por 2 a 0, na soma dos resultados ficou 4 a 2. Para o Cruzeiro ser campeão era necessário que a soma desse 4 a 4.

Ao contrário do primeiro jogo da final, quando o time marcou o Cruzeiro em cima. Na segunda partida o galo esteve mais acomodado marcando a distância, errando muitos passes e pecando nas finalizações, principalmente no segundo tempo.

Num erro de marcação logo aos 10', Guilherme (jogador muito bom) recebeu livre e marcou um belissimo gol num chute de longe colocado no canto de Diego. O gol assustou a torcida alvinegra e animou a celeste, além de empolgar muito o time que viu o primeiro passo da dificil missão sair antes dos 15' do primeiro tempo.

O Galo se reestabeleceu e teve até a chance de empatar com Danilinho na melhor oportunidade do galo no primeiro tempo. Ele recebeu o lançamento e chutou cruzado num chute que tirou tinta da trave direita do goleiro Lauro. Quando tudo parecia que ia ser apenas 1 a 0 no primeiro tempo, o galo bobeou em um escanteio e o zagueiro Wellington recèm-promovido do juniores, marcou de cabeça. 2 a 0, metade do caminho cumprido até a metade do jogo. A pouca torcida azul que estava presente (a proporção era de 10 atleticanos para 1 cruzeirense), ficou animada enquanto a do galo "punha a barba de molho". Mas antes do final do primeiro tempo, o inexperiente zagueiro Luisão tentou acertar Vanderlei sem bola na cara do arbitro, "não teve choro nem vela", expulso!

No segundo tempo, o galo voltou tão perdido quanto no primeiro tempo e só melhorou, quando Levir Culpi tirou o atacante Éder Luis para a entrada do volante Germano. Eu nunca sou fã desse esquema defensivo, mas como a bola não parava no pé dos atacantes, é melhor reforçar o meio. E foi o que ocorreu. A entrada de Germano, que entrou mordendo firme e tomou a liderança do meio-campo alvinegro foi um divisor de águas que foi fundamental para que o Atlético, mesmo jogando muito pior que o Cruzeiro, que jogava com 10 desde o fim do primeiro tempo marcasse o terceiro gol.

O Cruzeiro continuou dominando até os 40', pois os jogadores alvinegros marcavam mal, se posicionavam mal, perdiam a bola no "quique" dela no chão e não conseguiam tirar vantagem da superioridade numérica. Desesperado o técnico interino do Cruzeiro colocou mais um atacante e fechou o caixão azul. Pois perdeu totalmente a ligação com o ataque. A partir daí foi "olé" do galo até o apito final do árbitro e o fim do jejum de sete anos sem conquistas do título mineiro.

Foi o segundo título consecutivo do galo. O primeiro foi a Série B (blarg!) do ano passado. Essa quarta o galo enfrenta o botafogo no Rio de Janeiro. O time carioca que perdeu o título carioca para o Flamengo nos pênaltis, pôs ingressos a R$ 1,00 para novamente lotar o Maracanã e sair com a classificação.

Como o primeiro jogo foi 0 a 0 no Mineirão, o galo tem uma vantagem! Qual? Bem, qualquer empate com gols o classifica. Ou seja, nada de retranca, o galo tem de partir para o ataque e marcar rápido contra o Bota. Infelizmente, os jogadores do galo nunca fazem o necessário e é por isso que até hoje o alvinegro de BH nunca chegou nem mesmo a final da Copa do Brasil.

Saudações alvinegras

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Massacre no Mineirão

Olá pessoal,
ontem tive uma alegria espetacular. Vi uma vitória do meu time do coração. Isso não teria tanta importância não fossem as circunstâncias atuais. Bem, ano passado meu time subiu da segunda divisão após a queda vergonhosa para a série B em 2005. Eu torço para o Galo, o grande e tradicional Atlético Mineiro. Que até cair era um dos poucos clubes que participaram de todas as edições da série A.

A queda para a série B em 2005, foi algo que realmente abalou o emocional dos torcedores. Mas com força de vontade e muita raça, a torcida empurrou o clube de volta a elite. Com jogadores que conseguiram esse feito o galo montou sua base para esse ano. Tudo estava normal, algumas partidas boas, algumas vitórias sem convencer, algumas derrotas sem explicação. Até que chegou esse jogo de ontem.

Em jogo válido pela primeira partida das finais do Campeonato Mineiro 2007, o Atlético que enfrentava de novo seu maior rival (que nas ultimas quatro edições o eliminou, em duas finais e depois em duas semi-finais), venceu e reverteu a vantagem, que inicialmente era do Cruzeiro, dois empates ou dois resultados iguais. O fato é que o galo não só venceu o Cruzeiro, como convenceu! Sabem o que quero dizer? Não estou falando do time, a trancos e barrancos, chegar a vitória. Estou falando de uma equipe que jogou realmente como uma equipe, onde cada uma sabia o que devia saber, onde todos se conheciam a ponto de preverem uns os movimentos dos outros. Algo que no Galo, eu não via há muito tempo, talvez desde 99, quando o Atlético montou um grande time, que por causa do Dida, não foi campeão brasileiro.

O jogo começou equilibrado, com os dois times fechados, mas com o Cruzeiro mordendo mais. Só que isso durou uns 10, talvez 15 minutos. A partir daí o Galo começou a mostrar sua superioridade, e afroxar na marra a forte e violenta, marcação adversária, criando inúmeras chances de gol. Chances de gol claras, como a que Éder Luis, fez um passe para se mesmo. Como assim? rsrs.. Vou explicar. Éder Luis vinha com a bola dominada perto da grande área do Cruzeiro e tinha o atacante Danilinho na frente (impedido), ele então tocou para Danilinho, só que na realidade isso foi um corta luz. Os adversários pensaram que ele fosse tocar para o companheiro impedido, mas na realidade era um passe para si mesmo que o deixou na cara do gol. Ele então driblou Fábio, o goleiro, e por falta de ambição preferiu tocar, a marcar um golaço!
Um pouco depois a violência celeste foi punida com a expulsão do amarelado Gladstone que pegou Danilinho quando este estava frente a frente com Fábio em chance clara de gol.

Durante o primeiro tempo ocorreram muitos lances positivos e claros para a equipe alvinegra, e alguns poucos para a equipe celeste. Porém, o 0 a 0 continuava lá, e isso era vantagem para os azuis. Só que isso mudou no segundo tempo, e não levou nem ao menos 30 segundos. Aos 25 segundos, Éder Luis em grande cabeçada para o chão após um cruzamento perfeito de Danilinho abriu o placar. Dois minutos depois, ele perdeu uma chance claríssima de gol. O galo continou dominando, literalmente jogando bonito, até que o técnico Paulo Autuori, resolveu colocar dois jogadores, Maicossuel e Guilherme. Dois grandes jogadores por sinal, que melhoram muito a esquipe celeste e a permitiu atacar mais objetivamente. O Galo teve então seu pior momento na partida. Mas esse é um fato interessante, pois embora estivesse em seu momento mais fraco no jogo, continuou superior ao adversário e logo voltou a nível com que começou o jogo.

Aos 30, Danilinho, o melhor em campo, se bem que é difícil definir o melhor em campo num jogo onde todos atuaram bem. Danilinho recebeu a bola cara a cara com Fábio, deu um lençol e completou para o fundo das redes fazendo 2 a 0. O time azul sentiu o golpe e logo em seguida, Marcinho entra driblando na área, corta Fábio, que para impedir o gol o derruba. Pênalti!
O mesmo Marcinho, cobra muito bem, no canto. Tanto que Fábio, foi para o canto certo, e não conseguiu pegar. 3 a 0!

Já passava dos 45, o jogo já parecia estar definido. Mas a distração o time azul parece ter realmente ter sido muito afetado pelos gols. Araújo, o grande e perigoso atacante azul, na saída de bola, recua para um beque, só que Vanderlei, atacante do galo, que tinha acabado de entrar no lugar de Galvão, se antecipa ao beque, corta o zagueiro e vai cara-a-cara com o gol. Mas e o Fábio? Bem, num dos lances mais inusitados que eu já vi. O excelente goleiro azul, estava andando de volta ao gol, cabisbaixo, triste, na certa pensando em como podem estar perdendo por 3 a 0 e só vê quando a bola passa ao seu lado e entra dentro do Gol, com a massa atleticana gritando enlouquecidos pelo quarto e histórico gol! 4 a 0!

A vantagem que antes era do Cruzeiro, passa e com folga para o Galo, que pode perder por até 3 a 0, no próximo domingo que ainda fica com o título. Em caso de um revés por 4 a 0, o que seria um verdadeiro milagre azul, o galo perderia o título. Porém, eu em minha modesta opinião, acredito que se o galo jogar metade do que jogou no primeiro jogo já impedirá que o Cruzeiro faça o placar necessário. Se jogar o que jogou, uma nova vitória pode estar prevista. Claro, que não uma nova goleada, não sou tolo de achar que um 4 a 0 contra o maior rival, em uma final se repita. Mas apenas a coroação de uma ótima apresentação iniciada nesse domingo, no Mineirão, o gigante da Pampulha.

Parabéns aos jogadores e ao treinador pelo excelente trabalho e pela grande apresentação que deu gosto de ver. Um show de bola como há muito não víamos aqui nas alterosas. E parabéns a massa atleticana, com certeza, uma das mais senão a mais fiel e vibrante torcida do mundo!

Saudações alvinegras!

domingo, 26 de novembro de 2006

Futebol: Galo e a festa de despedida da série B, graças!

Olá pessoal,
bom hoje foi o dia da festa ou jogo final do galo na série b, ano que vem estamos de volta a série A, e espero que pra nunca mais voltarmos pra série b. Afinal, levou 35 anos pra cairmos, não quero ver isso de novo tão cedo.. rsrs

Bom, o Atlético jogou com o América-RN, não ganhou, ficou apenas no empate. No estádio ao que parece estavam presentes 65 mil pessoas, eu ainda não entendi muito bem, embora alguns digam que o público foi de 74 mil pessoas, parece que não foi não.

O que confundi foi que desde o começo eles só queriam deixar entrar 53 mil pessoas, mas depois que a diretoria do galo implorou, eles liberaram na condição que não poderiam ser "vendidos", os ingressos da geral, segundo eles, porque as placas de publicidade atrapalhavam a visão e também por motivos de segurança. O Galo então fez um acordo com a MRV e ela comprou os ingressos para serem distribuidos de graça para a torcida.

Contudo, na hora do jogo, não foi permitida a entrada da metade dos ingressos da geral, aí parece que a proibição foi da polícia militar: motivos de segurança! Então eu não sei ao certo qual foi o público presente ao estádio, mas o público pagante é realmetne de 74000, contudo, também, se não entraram o número de pessoas suficientes, não pode ser considerado record, pelo menos na minha opinião, fica algo feio isso.

O que me deixa mais sacaneado é que a pouco tempo atrás, oito anos eu acho.. entraram mais de 120 mil pessoas no Mineirão para a final do Campeonato Mineiro entre as marias e o vila nova de nova lima, isso sem acontecer nenhum problema grave de segurança por isso, só questões corriqueiras que acontecem mesmo quando o estádio está as moscas...

Agora me digam: O Mineirão encolheu de lá pra cá??? A estrutura dele está caindo por acaso para não ser permitida a entrada de público? Tenho a séria impressão de que o sonho dos que mandam no futebol mineiro (federação, lobistas, etc...) é acabar com o Mineirão de vez, e seguir a idéia do Joseph Blatter, que quer ver mesmo é as pessoas assistindo pela TV para a FIFA ganhar cada vez mais com os pagamentos de pay-per-view. E os estádios passarem a ter jogos sem torcida, imaginaram? Na real, jogo de futebol sem torcida pra vibrar, xingar, não é jogo de futebol, é pelada de rua!

Deixando a indiguinação por esse motivo, outra coisa que me sacaneou, foi o péssimo desempenho do galo. Ele jogou os primeiros trinta minutos do primeiro tempo de forma tranquila, talvez mais pela postura defensiva do América, contudo, no final do primeiro ele já dava mostras que não tava bem. O começo do segundo tempo foi a gota d'agua, o time potiguar atacou sem dó e só não marcou porque o goleiro Diego fez ótimas defesas.

No Atlético então entrou Roni, que com a sorte costumeira, marcou o segundo gol e tranquilizou a torcida, mas ao que parece não o time, pois um pouco depois o América descontou o placar. E a dez minutos do final, com o Atlético jogando muito mal, sem vontade de vencer, cheio de preciosismos, sem se esforçar para marcar, eles empataram o jogo. Mais no desespero porque o Paulista de jundiái estava vencendo o jogo dele, e nesse caso o América não se classificaria perdendo, ele precisava de no mínimo empatar.

Depois do empate, o América se fechou mais e o Atlético não atacou com vontade, ficou cercando, tentando jogadas inuteis e terminou a "festa" com um 2 a 2 com cara de derrota. A torcida ao final do jogo estava bem desanimada e só se animou ao ver finalmente o Atlético levantar uma taça após 6 anos de jejum. Pra mim ainda não é, ou pelo menos não sinto o jejum terminado. As vezes, acho que teria ficado mais satisfeito com um campeonato mineiro do que com um titulo da serie b, mas de qualquer forma é uma competição nacional com times realmente dificeis. Porém, que venha um título de elite para o galo, a torcida mais fanática do Brasil merece, por sua perseverança nos momentos dificeis sem nunca abandonar o time. E isso não é preciosismo de atleticano não, quem diz isso são os próprios adversários mesmo!

Saudações Alvinegras!

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