Fui verificar se havia alguma atualização pendente para o meu Windows 7, e eis que surge lá, Internet Explorer 9. Confesso que desde o update para Internet Explorer 6, nenhuma atualização do IE, me chamava atenção. Após algum tempo, acabava sempre baixando, para atualizar os componentes de Internet dele que são compartilhados com o sistema operacional.
Porém, dessa vez foi diferente. Após instalado, já notei que o programa abriu mais rápido em start time do que das outras edições. As abas não tem mais aquele tempo de conectando, mesmo para abas em about:blank. O visual está mais clean, aliás, isso parece ser uma tendência "Google Chromiana", seguida de perto pelo Firefox 4 e o Opera, e agora mais recentemente o IE9.
O navegador está aparentemente mais estável, além de uma melhora expressiva na abertura de novas páginas e na renderização das páginas. Me impressionou porque pela primeira vez desde o antigo IE6, não consegui notar diferença entre o tempo de carregamento do IE e do Firefox. A página about:blank foi substituida pela about:Tabs. E a cada nova aba aberta, aparece as ultimas paginas visitadas em thumbnais, da mesma forma que no Chrome, Safari e Opera. Do que levar a crer, os navegadores estão ficando cada vez mais parecidos.
Em uma rápida pesquisa, já que já é tarde, descobri que o IE9 embora muito melhorado e a primeira vista equivalente aos concorrentes, está muito aquém quando o assunto é tecnologias novas do ponto de vista de codificação das páginas¹. Ele possui um gerenciamento melhor de complementos, menos amolação na instalação e uma forma melhor de perguntar se desejamos salvar uma senha de forma similar aos concorrentes.
Talvez agora, a Microsoft consiga pelo menos desacelerar o crescimento vertiginoso dos concorrentes em cima de sua base de usuários, principalmente do Chrome que atintiu 10% de mercado em pouquissimo tempo, do Safari que também vem crescendo de forma acentuada e do Firefox que tem mantido seu percentual de partipação na casa dos 24%.
A tristeza fica por conta dos usuários do Windows XP, que são muitos por sinal, o novo navegador, assim como o pacote Windows Live 2011, só pode ser instalado em computadores rodando o Vista ou 7. Deixando esse mercado mais antigo para Chrome, Firefox, Safari e Opera, que possuem versões para os mais diversos sistemas operacionais, incluindo o saudoso XP.
Opinião final, o Internet Explorer 9 foi uma evolução significativa do anterior, mais rápido, mais fácil de usar, porém continua deixando a desejar no suporte a tecnologias, fato que eu mesmo presenciei ao ele travar no editor do blogger, enquanto eu digitava esse texto e também, em outros sites. Querem uma navegação tranquila? Usem o rapido e leve Opera, o minimalista Google Chrome, o apple Safari ou então, o clássico e equilibrado Firefox.
¹ - http://www.strix.art.br/2011/03/firefox-4-x-internet-explorer-9/
* esse texto foi escrito inicialmente do IE9, porém, devido a erros de suporte JS, acabei tendo de terminar por outro navegador, optei pelo Opera e só tenho a dizer, ele merece o título de mais rápido e mais seguro e não é de hoje, que eles fazem um excelente trabalho nesse navegador.
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segunda-feira, 25 de abril de 2011
domingo, 17 de agosto de 2008
Review: Conferindo hashs MD5, SHA-1 e CRC32 usando o HashTab
Quem está acostumado a baixar distros Linux, já está acostumado também a verificar a hash MD5 dos arquivos para garantir que o arquivo está íntegro, ou seja, exatamente, idêntico ao que foi feito. Por um motivo que eu desconheço, quando se baixa pela Internet, esse arquivo pode vir inteiro, ter uma aparência completamente normal, inclusive o mesmo tamanho, porém, ter vindo diferente do original.
Em distros Linux, a integridade pode significar: funcionar ou não.
Porém, em tempos de arquivos de muitos gigas, não são só distros que precisam verificar por integridade, qualquer arquivo pode sofrer esse processo, e para garantirmos que estamos com o arquivo correto, é necessário verificar a hash dele.
Mais comumente, os sites junto com o download costumam já distribuir também a hash md5 do arquivo, alguns preferem a hash sha-1. O CRC-32 normalmente é usado por programas verificadores de arquivos duplicados, como o CloneSpy, para garantir que um arquivo é diferente do outro.
No linux, já vem programas para verificar todos via linha de comando, já no Windows costuma-se usar o MD5Summer para md5 e o sha-1 (via linha de comando). Porém, pesquisando esses dias descobri um programa (extensão para Windows) que já verifica os três ao mesmo tempo!
Estou falando do HashTab. É um programa leve para windows que adiciona uma aba, dentro das propriedades do arquivo, gerando automaticamente os hashs, md5, sha-1 e crc-32 do arquivo. Se você necessitar comparar com um outro, basta clicar em comparar e procurar o arquivo de texto contendo o md5/sha-1/crc-32 do arquivo original.
É uma maneira extremamente simples e nativa de fazer isso. O programa possui idioma em português e não atrapalha em nada o desempenho da máquina, parece mais que já veio no Windows. Recomendo!
Download (32bits)
Download (64bits)
[]s
Em distros Linux, a integridade pode significar: funcionar ou não.
Porém, em tempos de arquivos de muitos gigas, não são só distros que precisam verificar por integridade, qualquer arquivo pode sofrer esse processo, e para garantirmos que estamos com o arquivo correto, é necessário verificar a hash dele.
Mais comumente, os sites junto com o download costumam já distribuir também a hash md5 do arquivo, alguns preferem a hash sha-1. O CRC-32 normalmente é usado por programas verificadores de arquivos duplicados, como o CloneSpy, para garantir que um arquivo é diferente do outro.
No linux, já vem programas para verificar todos via linha de comando, já no Windows costuma-se usar o MD5Summer para md5 e o sha-1 (via linha de comando). Porém, pesquisando esses dias descobri um programa (extensão para Windows) que já verifica os três ao mesmo tempo!
Estou falando do HashTab. É um programa leve para windows que adiciona uma aba, dentro das propriedades do arquivo, gerando automaticamente os hashs, md5, sha-1 e crc-32 do arquivo. Se você necessitar comparar com um outro, basta clicar em comparar e procurar o arquivo de texto contendo o md5/sha-1/crc-32 do arquivo original.
É uma maneira extremamente simples e nativa de fazer isso. O programa possui idioma em português e não atrapalha em nada o desempenho da máquina, parece mais que já veio no Windows. Recomendo!
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