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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Panorama das fabricantes de Disco rígido (HDD)

 Com as aquisições das maiores fornecedoras de Disco rígido do Mercado, um novo e interessante panorama aparece. 

Desde a aquisição da Maxtor pela Seagate, o mundo não via uma reviravolta tão grande entre os fabricantes de disco rígido. Com a crise que assolou a Tailândia esse ano, o fornecimento de HDs foi prejudicado para o mundo todo, por um prazo mínimo de 1 ano, que é o tempo que as fabricantes acreditam, que irão levar para contornar essa situação e voltar a fabricar a quantidade habitual de discos rígidos.


Atualmente, com a escassez no mercado, de discos rígidos, os preços que antes eram extremamente convidativos, agora dispararam, influenciando as decisões de compras dos usuários. O aumento é alguns casos ultrapassa 300%.

Em março desse ano, a japonesa Hitachi vendeu sua divisão de armazenamento de dados para a americana Western Digital pela bagatela de 4.3 bilhões de dólares. Agora, em dezembro, o acordo iniciado em abril entre Seagate, e pasmem, Samsung, também saiu. Com o acordo efetuado por 1.4 bilhão de dólares, a Seagate assume o controle da divisão de discos rígidos da Samsung, que passará a utilizar equipamentos Seagate em seus produtos, enquanto a Seagate utilizará, a tecnologia flash da Samsung em produtos híbridos da marca.

Com o acordo a Seagate, expandirá sua atuação na China e sudeste asiático, Brasil, Alemanha e Rússia. E a Samsung passará a ter 9.6 % de ações da Seagate. Segundo as empresas a mudança não será brusca e a Seagate continuará vendendo discos rígidos com a marca Samsung por até 12 meses.

Antes tinhamos Maxtor, Seagate, Samsung, Hitachi e Western Digital na liderança do seguimento, agora temos apenas Seagate e Western Digital, já que Maxtor e Samsung foram assimiladas pela primeira e a Hitachi pela segunda. Normalmente com o decréscimo da concorrência há aumento dos preços, diminuição dos investimentos em pesquisa, mas talvez, não seja o caso, e o fortalecimento e ambas, culmine numa disputa acirrada entre elas. Vamos ver no que dá.

C'ya

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Mandriva em uma palavra: Decepção

Olá pessoal, como estão?
Bem, eu estou numa gripe danada, a queda de temperatura acabou comigo.
No último post citei que minha próxima distro seria o Mandriva. Pois sim, eu baixei o cd do Mandriva 2007 Spring em LiveCD (Versão com GNOME). E tive uma certa decepção.

Para começo de conversa ele não reconheceu todos os recursos da minha ultrapassada gpu onboard, só atingindo resoluções de 800x600. Isto sendo que ele dá a opção de 1024x768 durante a tela de boas-vindas. Falando em boas-vindas. A tela inicial é confusa, se você troca de idioma as opções mudam, e não estou falando de uma simples tradução. Algumas opções simplesmente não existem em outros idiomas. Eu acho que se eles não podem traduzir tudo, traduz o que dá, e mantém as opções em inglês mesmo, senão você tem a impressão de ao selecionar o idioma x estar sendo impedido de usar tudo permitido.

O laranjão da tela de boas-vindas também não é dos mais atraentes, e após o sistema iniciar, fica mais estranho ainda. Sem falar que o tempo de boot do danado não é brinquedo não... Parece que ele tá detectando tudo, mas acho que é por que é lerdo mesmo.

Nas reviews linux, do Mandriva o trazem como uma distro fácil de usar, bonita, organizada, etc... Bem, essa spring não achei o maior primor em beleza (questão de gosto...), organizada ela é sim, aparenta ser fácil.. só até um ponto.. você começar a mexer, aí é que as coisas apertam. Nem todas as opções funcionam, algumas estão disponíveis mas não têm função, etc... De novo volto a citar, se essas opções não têm função em livecd, para que elas estão lá???

Por exemplo, o Mandriva reconheceu meu modem e minha placa de radio: um smartlink micromodem e uma realtek 8180, e dá a impressão de que possui os drivers. Só que se você tenta usá-lo, ele avisa não que não é possível iniciar o dispositivo usando tal driver, que possui o nome e as versões dos dispositivos de hardware que eu tenho. De novo não entendo, se o driver é correto, por que não inicia?

Famoso no Mandriva é o seu Centro de Controle. Fui então todo animado conhecê-lo, ele de aparência e organização parece ser o máximo, ainda mais sendo um linux, já que a maioria das distros não costuma se preocupar com certos detalhes...Mas você vai mexer e começam os problemas, opções que não funcionam, links que não existem... pronto, minha ultima esperança por água a baixo... :(

Como conclusão, desisti de instalar o Mandriva no HD. Imagino que estes erros que eu enfrentei sejam por ser uma versão livecd, aliás torço por isso. Mas senão for... corram para o Ubuntu, que é muito mais jogo! Comparada com lives como Kurumin, ou o Ubuntu, o Mandriva 2007 parece engatinhar...

[]s

sábado, 16 de dezembro de 2006

Info - Mergulhando de cabeça no Linux - Parte I

Calma, calma rsrs.. não é um mergulho perigoso, estou estudando cuidadosamente o rio onde eu vou pular para evitar encontrar uma pedra me esperando lá em baixo, rsrs.. analogias nada a ver de lado, o fato é que estou cada dia mais interessado nesse universo Linux, o universo do open-source, do software livre, e não necessariamente gratuito.

Minha primeira impressão com o Linux foi com a versão 5 do Red Hat Linux, trazida pra mim por uma parceria deles com a Conectiva e a revista Geek. Essa versão trazia muitos recursos interessantes, e olha que ela é de 1998, só que na época, embora já fosse muito mais estável que o meu Windows 98, eu não consegui instalá-la, aliás pelo motivo que eu até hoje não consigo instalá-la corretamente. Afinal, sem vídeo (x), sem som e sem internet, o que dá para se fazer em um sistema operacional, ou como dizem nossos patrícios portugueses, sistema operativo. Apenas aprender a mexer nele em modo texto, e nisso, essa versão ainda é útil.

Minha primeira experiência na instalação foi em 2001, mas a tentativa fracassou. Depois disso eu migrei para o XP (2003) e não me preocupei mais com travamentos, só trava raramente e geralmente por causas externas a ele. Com a instalação da net a radio (2006), pude, mesmo que com uma velocidade não muito veloz, baixar as isos de algumas versões.

Baixei então, esse ano, há uns 2 meses eu acho, a versão 6.1 do Kurumin, distribuição nacional, mantida pelo técnico em hardware e programador do Guia do Hardware, Carlos Morimoto. E da qual me atraiu pelo principal motivo de poder rodar do cd, o que é chamado de Live CD e que está muito na moda atualmente. Graças a isso, conheci o VMware, que tem sido uma mão na roda por permitir o uso de outros sistemas operacionais, mesmo estando no Windows (ainda meu porto seguro*) .

Do Kurumin, percebi uma distribuição estável, com ótimo reconhecimento de hardware e boa seleção de utilitários, contudo, com alguns erros de script, o principal ponto que notei foi a falta de verificação de erros. Os scripts mesmo recebendo informações erradas seguem toda a vida sem que seja notado que algo está errado. O que muitas vezes exige que se refaça todos os passos para corrigir.

Graças a habilidade LiveCD, o Kurumin já me quebrou o galho para fazer backup de dados do meu Windows XP, em dia que eu achei que tudo estava perdido.. mas por sorte, era só a falta de um chkdsk /r. Eu considero o Kurumin, uma distro canivete suiço, completa, compactada e eficiente, que traz ferramentas uteis para qualquer hora, recomendada até mesmo para os mais aficionados pelo Windows como segunda opção.

Não posso me adiantar muito, pois ainda não instalei o Kurumin pra valer no Hd, mais pela impossibilidade configurar a net a radio que no meu caso ainda não funciona, falha de segmentação nos scripts de configuração. Como manualmente eu não sei fazer, então, por hora não rola!

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