E não é que eu to na febre do Linux? Não resisti, e instalei mais uma distro. Dessa vez a versão free da Red Hat, o Fedora Core 6. Ele não é mais diretamente desenvolvido pela Red Hat, mas a equipe que encabeça o projeto ainda contém integrantes que trabalham na Red Hat.
O Fedora eu já conheço, o utilizo no curso que eu faço gratuitamente pelo governo de MG. É uma distro bonita, completa e bem planejada, em muitos pontos nem se percebe que não é o Windows dada a atenção em detalhes desse tipo. A versão que eu tenho é baseada em GNOME, a outra versão que eu testei utilizava KDE.
Até agora, só posso comentar a parte da instalação. Como o Fedora vem num DVD, tive de usar o drive de dvd pra isso. Geralmente eu o deixo como secundário, mas para dar boot preciso que ele esteja em master. Troquei os jumpers dele e pronto. A instalação foi tranquila. Usei uma das partições FAT32 que eu tinha no hd, e que eu comentei em outro post anterior. Formatei em EXT3. A instalação deve ter levado o mesmo tempo da instalação do Ubuntu. Depois, ele abre o assistente, e manda reiniciar.
O Fedora instala o grub como gerenciador de boot. Eu adicionei o Ubuntu 7.04 nas configurações, já que o Windows já havia sido detectado. O Fedora ficou como padrão, eu não sei porque, já que eu tinha deixando o Windows como padrão. Após carregar o sistema, que é uma coisa rápida, aparece o GNOME com uma papel de parede espetacular. Na primeira fuçada que eu dei nessa versão, já observei que muitos dos programas do Fedora são os mesmos do Ubuntu. Mas o Fedora é baseado no Red Hat e não no Debian. Traduzindo ele utiliza pacotes rpm ao invés dos pacotes deb.
Não sei se terei tempo para testá-lo por estes dias, estou bastante ocupado com o trabalho. Mas espero que consiga sim!
Abração
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quinta-feira, 3 de maio de 2007
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Mais impressões do Ubuntu Feisty Fawn 7.04
Olá pessoal,
estou escrevendo este texto de dentro do meu querido Ubuntu Feisty Fawn. Eu tinha escrito que não haveria espaço no hd para instalá-lo, mas como fui obrigado a fazer um remanejamento para criar uma partição maior (eu tinha duas partições de 4.5 GB), acabei resolvendo testá-lo antes de criar esta nova partição.
Na instalação já notei que o Ubuntu a tornou mais simples do que a versão anterior e corrigiu um bug chaaaaatooo, que dificultava a instalação do Ubuntu na partição que determinavamos. Na minha experiência com o Ubuntu 6.10, eu só consegui que ele permitisse a instalação se fosse usando o hd todo. No meu caso, usar 40 GB somente para uma distro do Linux é inviavel, já que a maioria absoluta dos programas e jogos que eu mais utilizo só funcionam no Windows.
Bem, então ele permitiu que eu o instalasse numa dessas partições. Como eu já tinh auma partição de swap de 256 MB (eu a criei anteriormente dada a frequência com que eu testo livecds, é essencial, sem falar que esses 256 MB não vão ser o fim do mundo por ficarem atoa em quanto uso o Windows). A instalação demorou um pouquinho, não marquei o tempo, mas talvez uma +- 30 minutos. Eu fiz isso as 4 da manhã, e deitei. Mas como não conseguia dormir, acabei observando como corria a instalação.
Reiniciei o pc então. O Ubuntu instalou um boot loader, acho que o lilo, graficamente não é muito interessante, mas ele é bem rápido. Ainda não consegui passar o XP para padrão no boot loader (na realidade eu não tentei.. rsrs). Então o Ubuntu carregou, e para minha surpresa o tempo de boot diminuiu! huhuhuhu
O sistema carrega bem rápido após o primeiro loading.
O Ubuntu por padrão já vem com o OpenOffice.org 2.2, que após a instalação já percebi que está carregando mais rápido do que no 6.10, e o melhor, ele carrega mais rápido do que o OpenOffice.org do Windows, e do que até mesmo o Microsoft Office 2003 do Windows. É bem rápido mesmo. Sem falar que devido a aparência GNOME, parece que a suíte fica ainda mais atraente.
O ponto negativo é que mesmo eu tendo selecionado Português do Brasil para a instalação, o OpenOffice está em inglês. Para mim, isso não faz a mínima diferença, esse inglês técnico de programas de computador é muito manjado. Porém, para usuários iniciantes que não sabem inglês se torna um tormento. Muita gente pode achar o programa ruim só por causa desse detalhe. Já vi gente recusando até Photoshop só porque era em inglês.
Para a internet, como já citei, o Ubuntu melhorou muito seu suporte a placas Wireless, que antes vinha, mas não era grandes coisas. Ele já tem até detecção automática eficiente, em muitos casos. Embora, algumas placas possam dar problema. Mas quem já viu solução Linux em que a pessoa não passe pelo menos um único "perrengue" chato né? Eu pelo menos nunca tive esta sorte.
O Feisty vem com Firefox 2.0, que caí como uma luva no GNOME, mantendo a mesma qualidade da versão Windows. Que em algumas distros acaba perdida como o Kurumin por exemplo. Este até tirou o Firefox e colocou o IceWeasel. Na realidade é porque o time do Debian preferiu assim. Fato que considero uma arbitrariedade já que eles mandam o IceWeasel como se fosse o Firefox e não é!
Mas isto eu já comentei em outro post. Como programa de email vem o Evolution. Na minha opinião deveriam ter mandado o Thunderbird da suíte do Firefox, mas com jeitinho a gente consegue usar bem o Evolution. Para mensagens instantaneas o Feisty vem com o Gaim, em versão bastante estável e facilmente configurável. Só senti falta de um plugin de aviso da música que você está ouvindo por padrão.
Em som e vídeo, encontramos excelentes players. Aqui o Ubuntu dá show em outras distros. Pois o Totem é anos luz mais confiável do que o Kaffeine ou MPlayer, ótimo player de vídeo. Para ouvir música temos o RhythmBox player excelente de aúdio. Além disso temos ferramentas para ripagem de cds o SoundJuicer e para gravação de cds o Serpentine. São programas separados mas que de maneira geral se completam. O ponto negativo como já citei em outro post é que o Ubuntu insiste em excluir codecs proprietários da instalação padrão. O que literalmente torna um saco para os usuários a cada instalação ter de baixar isto da internet.
Os codecs podem ser baixados de várias maneiras. A que eu usei primeiro foi tentar abrir um arquivo de mp3, o RhythmBox abriu e disse que precisava baixar. Em live cd foi tranquilo, ele baixou os codecs e eu pude ouvir as mp3 sossegado. Demorou um pouquinho por que a net aqui é de apenas 128 Kb/s. Já o vídeo não deu muito certo, pois mesmo baixando o codec recomendado pelo assistente o arquivo rmvb que eu tava tentando abrir só abriu o som. =P
A segunda maneira é buscar os codecs pelo nome pelo Synaptic. E uma terceira maneira é usando o Automatix. Programa de terceiros que baixa coisas essenciais ao sistema que o Ubuntu mantém de fora por ideologia. O Automatix merece um post só pra ele.
O Ubuntu é uma das distribuições mais voltadas para o usuário que torna uma transição Win-Linux tranquila, devido a forma semelhante como tratam os usuários. O Ubuntu é completo, já vem com softwares essenciais que por padrão não vêm no Windows, como o OpenOffice, por exemplo. Além de ser bonito, intuitivo e fácil de usar, assim como Windows. O ponto negativo é mesmo a ausência de certos codecs e drivers proprietários essenciais. Além de um modo de gerenciamento administrativo mais completo, bem como algumas configurações de sistema (que provavelmente podem ser feitas via arquivos de texto muito comuns no Linux, mas que para usuários iniciantes não dizem nada).
O Ubuntu é show!
Abração
estou escrevendo este texto de dentro do meu querido Ubuntu Feisty Fawn. Eu tinha escrito que não haveria espaço no hd para instalá-lo, mas como fui obrigado a fazer um remanejamento para criar uma partição maior (eu tinha duas partições de 4.5 GB), acabei resolvendo testá-lo antes de criar esta nova partição.
Na instalação já notei que o Ubuntu a tornou mais simples do que a versão anterior e corrigiu um bug chaaaaatooo, que dificultava a instalação do Ubuntu na partição que determinavamos. Na minha experiência com o Ubuntu 6.10, eu só consegui que ele permitisse a instalação se fosse usando o hd todo. No meu caso, usar 40 GB somente para uma distro do Linux é inviavel, já que a maioria absoluta dos programas e jogos que eu mais utilizo só funcionam no Windows.
Bem, então ele permitiu que eu o instalasse numa dessas partições. Como eu já tinh auma partição de swap de 256 MB (eu a criei anteriormente dada a frequência com que eu testo livecds, é essencial, sem falar que esses 256 MB não vão ser o fim do mundo por ficarem atoa em quanto uso o Windows). A instalação demorou um pouquinho, não marquei o tempo, mas talvez uma +- 30 minutos. Eu fiz isso as 4 da manhã, e deitei. Mas como não conseguia dormir, acabei observando como corria a instalação.
Reiniciei o pc então. O Ubuntu instalou um boot loader, acho que o lilo, graficamente não é muito interessante, mas ele é bem rápido. Ainda não consegui passar o XP para padrão no boot loader (na realidade eu não tentei.. rsrs). Então o Ubuntu carregou, e para minha surpresa o tempo de boot diminuiu! huhuhuhu
O sistema carrega bem rápido após o primeiro loading.
O Ubuntu por padrão já vem com o OpenOffice.org 2.2, que após a instalação já percebi que está carregando mais rápido do que no 6.10, e o melhor, ele carrega mais rápido do que o OpenOffice.org do Windows, e do que até mesmo o Microsoft Office 2003 do Windows. É bem rápido mesmo. Sem falar que devido a aparência GNOME, parece que a suíte fica ainda mais atraente.
O ponto negativo é que mesmo eu tendo selecionado Português do Brasil para a instalação, o OpenOffice está em inglês. Para mim, isso não faz a mínima diferença, esse inglês técnico de programas de computador é muito manjado. Porém, para usuários iniciantes que não sabem inglês se torna um tormento. Muita gente pode achar o programa ruim só por causa desse detalhe. Já vi gente recusando até Photoshop só porque era em inglês.
Para a internet, como já citei, o Ubuntu melhorou muito seu suporte a placas Wireless, que antes vinha, mas não era grandes coisas. Ele já tem até detecção automática eficiente, em muitos casos. Embora, algumas placas possam dar problema. Mas quem já viu solução Linux em que a pessoa não passe pelo menos um único "perrengue" chato né? Eu pelo menos nunca tive esta sorte.
O Feisty vem com Firefox 2.0, que caí como uma luva no GNOME, mantendo a mesma qualidade da versão Windows. Que em algumas distros acaba perdida como o Kurumin por exemplo. Este até tirou o Firefox e colocou o IceWeasel. Na realidade é porque o time do Debian preferiu assim. Fato que considero uma arbitrariedade já que eles mandam o IceWeasel como se fosse o Firefox e não é!
Mas isto eu já comentei em outro post. Como programa de email vem o Evolution. Na minha opinião deveriam ter mandado o Thunderbird da suíte do Firefox, mas com jeitinho a gente consegue usar bem o Evolution. Para mensagens instantaneas o Feisty vem com o Gaim, em versão bastante estável e facilmente configurável. Só senti falta de um plugin de aviso da música que você está ouvindo por padrão.
Em som e vídeo, encontramos excelentes players. Aqui o Ubuntu dá show em outras distros. Pois o Totem é anos luz mais confiável do que o Kaffeine ou MPlayer, ótimo player de vídeo. Para ouvir música temos o RhythmBox player excelente de aúdio. Além disso temos ferramentas para ripagem de cds o SoundJuicer e para gravação de cds o Serpentine. São programas separados mas que de maneira geral se completam. O ponto negativo como já citei em outro post é que o Ubuntu insiste em excluir codecs proprietários da instalação padrão. O que literalmente torna um saco para os usuários a cada instalação ter de baixar isto da internet.
Os codecs podem ser baixados de várias maneiras. A que eu usei primeiro foi tentar abrir um arquivo de mp3, o RhythmBox abriu e disse que precisava baixar. Em live cd foi tranquilo, ele baixou os codecs e eu pude ouvir as mp3 sossegado. Demorou um pouquinho por que a net aqui é de apenas 128 Kb/s. Já o vídeo não deu muito certo, pois mesmo baixando o codec recomendado pelo assistente o arquivo rmvb que eu tava tentando abrir só abriu o som. =P
A segunda maneira é buscar os codecs pelo nome pelo Synaptic. E uma terceira maneira é usando o Automatix. Programa de terceiros que baixa coisas essenciais ao sistema que o Ubuntu mantém de fora por ideologia. O Automatix merece um post só pra ele.
O Ubuntu é uma das distribuições mais voltadas para o usuário que torna uma transição Win-Linux tranquila, devido a forma semelhante como tratam os usuários. O Ubuntu é completo, já vem com softwares essenciais que por padrão não vêm no Windows, como o OpenOffice, por exemplo. Além de ser bonito, intuitivo e fácil de usar, assim como Windows. O ponto negativo é mesmo a ausência de certos codecs e drivers proprietários essenciais. Além de um modo de gerenciamento administrativo mais completo, bem como algumas configurações de sistema (que provavelmente podem ser feitas via arquivos de texto muito comuns no Linux, mas que para usuários iniciantes não dizem nada).
O Ubuntu é show!
Abração
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Linux: Acessando Internet do Ubuntu 7.04 LiveCD
Ola' pessoal,
to acessando o blog de dentro do Ubuntu Feisty Fawn rodando em livecd. Ele e' mais pesado que o Kurumin 7, mas esteticamente e' show, sem falar que ele e' bem simples do ponto de vista do usuario, lembrando muito o comportamento do Windows. Como assim? Estou falando do comportamento de excluir o usua'rio de questo~es menores como saber determinadas configuracoes ou ter de alterar determinados arquivos. Tudo e' grafico, pronto pra usar.
O Ubuntu ainda mantem a mania de nao incluir certos codecs proprietarios o que o impede de ser uma distribuicao pronta para usar. Ele so abre aqueles arquivos livres, que pra dizer a verdade, quase ninguem usa... Nao que eu seja contrario a esse formato livre, acho a ideia muito boa, e ate faco algumas conversoes usando, mas o padrao e' proprietario. Estou falando mais especificamente de videos mpeg e arquivos mp3.
Parece que o tempo de boot do Ubuntu nao mudou muito em relacao a versao anterior, e o sistema carrega normalmente, a diferenca e que nessa versao logo ao iniciar ele ja esta rastreando a procura de interfaces de internet. Como aqui e wireless, ele indicava os pontos de acessos disponiveis. Porem n'ao conseguiu se conectar sozinho. Para que ele se conectasse (eu uso internet via radio), precisei colocar a interface wired wireless em roaming, e configurar a interface wireless com os parametros necessarios, bem como dns. Se o seu provedor utiliza dhcp, talvez ele ja funcione sem essa dica. Senao, vale a pena tentar.
O ruim e que como voce tem de fazer uma configuracao manual para isso, ele acaba nao indicando que voce esta conectando (aquele icone com o nivel de sinal). E voce acaba tendo de descobrir isso sozinho.
Mas o importante e que finalmente o Ubuntu conseguiu habilitar a opcao de internet sem que tivessemos de fazer grandes malabarismos, e muitas vezes sem sucesso, como foi o meu caso na ultima tentativa.
O Ubuntu ja vem com o openoffice.org 2.2. Ele demora mais pra carregar do que o vem na versao anterior, mas deve ser pela evolucao da distro mesmo.
Eu como usuario do Kurumin, notei uma diferenca basica entre as duas distribuicoes. O Kurumin e simples, automatizado, bonito. Mas faz as acoes de forma semi-transparente aos usuarios. Fato positivo quando essa acao resulta em erro, o que facilita na correcao. Ja o Ubuntu trabalha de forma transparente, fato que levou que eu o comparasse com o Windows, que e mestre nesse comportamente, que e ideal para a maioria dos usuarios.
O Ubuntu usa o GNOME, que pessoalmente eu acho capricha mais nas interfaces graficas do que o KDE, sendo assim mais bonito esteticamente. A sensacao quando vi o Ubuntu pela primeira vez, foi a mesma que tive quando vi o XP pela primeira vez, um sistema bonito. Mas como eu ao contrario de muitos, preso mais a eficiencia do que a beleza do sistema, muitas vezes para economizar recursos em pc mais fracos, deixei a interface grafica caprichada de lado e usei aquela aparencia do Windows 2000. No Ubuntu isso parece nao ser possivel, quer dizer, possivel deve ser, mas nao deve ser muito viavel mesmo.
Como ja devem ter percebido nessee post, meu teclado nao foi configurado automaticamente, mas tudo bem, o Ubuntu deu boot automatico e eu nao interferi em nenhuma opcao ate o sistema estar totalmente carregado. Sendo assim, a probabilidade de que isso seja concertado com uma simples selecao de idioma no boot.
Essas sao minhas primeiras impressoes do Feisty Fawn, o novo Ubuntu, o 7.04.
Nao o irei instalar dessa vez, nao tenho espaco no HD para mais sistemas alem dos Windows. Mas para o futuro essa distro pode ser uma opcao. Recomendo a quem quiser experimentar o Linux. Em proximos posts, trago mais impressoes.
Abraco
to acessando o blog de dentro do Ubuntu Feisty Fawn rodando em livecd. Ele e' mais pesado que o Kurumin 7, mas esteticamente e' show, sem falar que ele e' bem simples do ponto de vista do usuario, lembrando muito o comportamento do Windows. Como assim? Estou falando do comportamento de excluir o usua'rio de questo~es menores como saber determinadas configuracoes ou ter de alterar determinados arquivos. Tudo e' grafico, pronto pra usar.
O Ubuntu ainda mantem a mania de nao incluir certos codecs proprietarios o que o impede de ser uma distribuicao pronta para usar. Ele so abre aqueles arquivos livres, que pra dizer a verdade, quase ninguem usa... Nao que eu seja contrario a esse formato livre, acho a ideia muito boa, e ate faco algumas conversoes usando, mas o padrao e' proprietario. Estou falando mais especificamente de videos mpeg e arquivos mp3.
Parece que o tempo de boot do Ubuntu nao mudou muito em relacao a versao anterior, e o sistema carrega normalmente, a diferenca e que nessa versao logo ao iniciar ele ja esta rastreando a procura de interfaces de internet. Como aqui e wireless, ele indicava os pontos de acessos disponiveis. Porem n'ao conseguiu se conectar sozinho. Para que ele se conectasse (eu uso internet via radio), precisei colocar a interface wired wireless em roaming, e configurar a interface wireless com os parametros necessarios, bem como dns. Se o seu provedor utiliza dhcp, talvez ele ja funcione sem essa dica. Senao, vale a pena tentar.
O ruim e que como voce tem de fazer uma configuracao manual para isso, ele acaba nao indicando que voce esta conectando (aquele icone com o nivel de sinal). E voce acaba tendo de descobrir isso sozinho.
Mas o importante e que finalmente o Ubuntu conseguiu habilitar a opcao de internet sem que tivessemos de fazer grandes malabarismos, e muitas vezes sem sucesso, como foi o meu caso na ultima tentativa.
O Ubuntu ja vem com o openoffice.org 2.2. Ele demora mais pra carregar do que o vem na versao anterior, mas deve ser pela evolucao da distro mesmo.
Eu como usuario do Kurumin, notei uma diferenca basica entre as duas distribuicoes. O Kurumin e simples, automatizado, bonito. Mas faz as acoes de forma semi-transparente aos usuarios. Fato positivo quando essa acao resulta em erro, o que facilita na correcao. Ja o Ubuntu trabalha de forma transparente, fato que levou que eu o comparasse com o Windows, que e mestre nesse comportamente, que e ideal para a maioria dos usuarios.
O Ubuntu usa o GNOME, que pessoalmente eu acho capricha mais nas interfaces graficas do que o KDE, sendo assim mais bonito esteticamente. A sensacao quando vi o Ubuntu pela primeira vez, foi a mesma que tive quando vi o XP pela primeira vez, um sistema bonito. Mas como eu ao contrario de muitos, preso mais a eficiencia do que a beleza do sistema, muitas vezes para economizar recursos em pc mais fracos, deixei a interface grafica caprichada de lado e usei aquela aparencia do Windows 2000. No Ubuntu isso parece nao ser possivel, quer dizer, possivel deve ser, mas nao deve ser muito viavel mesmo.
Como ja devem ter percebido nessee post, meu teclado nao foi configurado automaticamente, mas tudo bem, o Ubuntu deu boot automatico e eu nao interferi em nenhuma opcao ate o sistema estar totalmente carregado. Sendo assim, a probabilidade de que isso seja concertado com uma simples selecao de idioma no boot.
Essas sao minhas primeiras impressoes do Feisty Fawn, o novo Ubuntu, o 7.04.
Nao o irei instalar dessa vez, nao tenho espaco no HD para mais sistemas alem dos Windows. Mas para o futuro essa distro pode ser uma opcao. Recomendo a quem quiser experimentar o Linux. Em proximos posts, trago mais impressoes.
Abraco
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