E aí pessoal?
Voltei! São seis da matina, eu fiquei por aqui mexendo e nem dormi ainda.
Estava procurando algumas coisas no google, depois tava lendo o GuiaDoHardware.net.
Nisso acabei parando num artigo do Carlos Morimoto, que estava criticando um artigo colocado no UOL Tecnologia que trazia uma review de duas distros do Linux: Ubuntu 6.10 e Mandriva 2007 Cooker.
A crítica do Morimoto, se dava pelo fato dele ter considerado a reportagem tendenciosa e parcial. Eu não li a reportagem original toda, dediquei mais tempo a leitura do artigo do Morimoto, bem a suas citações do artigo original do UOL. Bem, pra dizer a verdade não achei que o jornalista tenha agido de má fé, apenas como um winuser típico. O que eu quero dizer?
Bem, quero dizer que ele é um usuário acostumado a ter tudo mastigado e o mínimo de esforço com preocupações menores e diferentes do universo ao qual ele já está habituado.
Percebi isso em alguns trechos como o que ele fala que não sabia da partição de swap ser necessária. Sim, é um completo desconhecimento, mas partindo da premissa que ele quer instalar um Linux, seria mais plausível que ele pelo menos tivesse se informado basicamente sobre o tema. Já que embora o próprio Windows seja simples de instalar, algumas vezes ele trás segredos como o próprio Morimoto citou na sua crítica.
Tirei algumas conclusões: A reportagem não é tão inválida, visto que a atitude do jornalista é a atitude de um winuser típico, ou seja, seria a forma como a maioria dos usuários acostumados ao Windows agiriam ao se deparar com estas situações. A outra conclusão, é que sim, para uma revisão realmente eficiente era necessário uma parte introdutória com quesitos necessários para instalação para que o leitor já fosse apresentado as peculiaridades do Linux, as mais evidentes, é claro, já que também não precisamos assustá-lo, rsrs Bem como dedicar mais detalhes a parte pós instalação, como a interface o uso de programas, a organização, etc...
Enfim, isso me traz um tema de um filme que vi recentemente sobre a história verídica de Stephen Glass, um jornalista de uma das revistas mais conceituadas dos Estados Unidos que inventava histórias e as publicava na revista The New Republic como se fossem verdadeiras.
Traduzindo, não acredite em tudo que lê, busque sempre mais de uma fonte para o mesmo tema, para poder analisar assim de forma mais imparcial.
Bom, mas por que essa história toda afinal? Bem, após ler as críticas do Morimoto, a review que ele passou do próprio GdH e a conclusão do artigo do UOL, além de comentários positivos dos usuários do fórum GdH, decidi conhecer o Mandriva! Já estou baixando do site oficial, tive certa dúvida em qual versão escolheria, já que tinha um monte, mas tinha de escolher uma pra minha arquitetura (586), e a dúvida maior acabava ficando entre: GNOME ou KDE, como acho o GNOME mais bonito escolhi baixar ele. O KDE eu acho mais prático, mas como eu já tenho um sistema com KDE aqui.. Sim estou falando do Kurumin 7, a distro mais prática que eu conheço, desisti dele. Enfim, minha próxima distro será o Mandriva 2007 Spring!
Bom dia pra vocês! Agora irei dormir, daqui a pouco tenho de acordar para trabalhar!
Abração
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terça-feira, 8 de maio de 2007
domingo, 6 de maio de 2007
Muita ralação no Fedora Core 6
Olá pessoal,
por estes dias, as coisas estavam um pouco corridas, aliás ainda estão.. rs
Bem, como citei em outros posts, instalei o Fedora Core 6, depois do Ubuntu, ficando com o 98, o XP, o Ubuntu e o Fedora Core 6. O Dual Boot do XP não foi prejudicado após a instalação do Fedora, o Grub detectou Others durante a instalação. Porém, o Ubuntu não foi detectado. Eu tentei usá-lo adicionando a partição dele de forma manual. Mas quando fui testar, o sistema não consegue inicializá-lo, já que o Kernel dele não é carregado.
Além disso, meu Fedora Core 6, não consegue acessar internet. Por que? Bem, o danado não tem instalado nem o driver da placa de rádio, uma RALink rt61, nem do modem v.92, um hsp56 amr com chip smartlink. Porém, ele reconhece sozinha a placa de rede, uma sis 900 onboard. O que já me diz que provavelmente ele conseguiria acessar uma speedy, ou velox seme problemas.
Como esse não é meu caso, lá vem dor de cabeça. Como vocês já devem saber, usar Linux algumas vezes não é fácil. Se você não tiver internet nele então, fica dureza brava. Minha primeira experiência com o Linux, acho que deu mais errado pelo fato de eu não consegui acessar a net, do que pelo fato da interface gráfica não iniciar e eu ter de usar o modo texto. Estou falando de uma experiência que tive em 2001. Em outro post eu comento isso melhor, isso se já não comentei e me esqueci. Minha memória anda um lixo.
Outra coisa interessante, nosso amiguinho Fedora não monta as partições fora dele por padrão. Traduzindo: nada de conseguir acessar seus arquivos do xp por ele. Isso é uma forma diferente do Ubuntu, que monta todas as outras partições por padrão. Vantagem do Linux que têm suporte a uma "porrada" de sistemas de arquivos. Enfim, não conseguia acessar os arquivos dos outros sistemas, o que me deixou sem minhas mp3 e bastante frustado. É horrível fazer qualquer coisa sem estar ouvindo uma boa música (leia-se Rock'n Roll! huahuahhau)
A parte gráfica do Fedora é o GNOME, idêntico ao do Ubuntu, mas com um tema diferente e uma organização diferente. Não gostei por exemplo da posição da lixeira na barra inferior. Já que ela fica entre as tarefas abertas e as quatro áreas de trabalho disponíveis, o que causa certa confusão. Preferiria que ela ficasse no canto como ocorre no Ubuntu. Mas isso é o de menos e deve ser possível ser configurado (embora eu não faça a mínima idéia de como agora!).
O que notei foi que o tema do Fedora é azul, e pessoalmente, é um tom de azul meio triste. Já dá uma certa sensação de "coisa morta" ao entrar no sistema. Claro que isso é facilmente mudado, só estou falando pois este é o tema padrão.
Entre minhas muitas missões no Fedora estavam: instalar a internet, tanto pelo modem, quanto pela radio (preferência), montar os outros sistemas para serem acessados pelo Fedora, corrigir o Grub do Fedora para que ele reconheça o Ubuntu. Bom, estes itens eu comento em outro post.
Abração
ps.: este texto teve de ser revisado pelo autor pelo excesso de erros, será sono ou falta de mulher? hauhauhaua
por estes dias, as coisas estavam um pouco corridas, aliás ainda estão.. rs
Bem, como citei em outros posts, instalei o Fedora Core 6, depois do Ubuntu, ficando com o 98, o XP, o Ubuntu e o Fedora Core 6. O Dual Boot do XP não foi prejudicado após a instalação do Fedora, o Grub detectou Others durante a instalação. Porém, o Ubuntu não foi detectado. Eu tentei usá-lo adicionando a partição dele de forma manual. Mas quando fui testar, o sistema não consegue inicializá-lo, já que o Kernel dele não é carregado.
Além disso, meu Fedora Core 6, não consegue acessar internet. Por que? Bem, o danado não tem instalado nem o driver da placa de rádio, uma RALink rt61, nem do modem v.92, um hsp56 amr com chip smartlink. Porém, ele reconhece sozinha a placa de rede, uma sis 900 onboard. O que já me diz que provavelmente ele conseguiria acessar uma speedy, ou velox seme problemas.
Como esse não é meu caso, lá vem dor de cabeça. Como vocês já devem saber, usar Linux algumas vezes não é fácil. Se você não tiver internet nele então, fica dureza brava. Minha primeira experiência com o Linux, acho que deu mais errado pelo fato de eu não consegui acessar a net, do que pelo fato da interface gráfica não iniciar e eu ter de usar o modo texto. Estou falando de uma experiência que tive em 2001. Em outro post eu comento isso melhor, isso se já não comentei e me esqueci. Minha memória anda um lixo.
Outra coisa interessante, nosso amiguinho Fedora não monta as partições fora dele por padrão. Traduzindo: nada de conseguir acessar seus arquivos do xp por ele. Isso é uma forma diferente do Ubuntu, que monta todas as outras partições por padrão. Vantagem do Linux que têm suporte a uma "porrada" de sistemas de arquivos. Enfim, não conseguia acessar os arquivos dos outros sistemas, o que me deixou sem minhas mp3 e bastante frustado. É horrível fazer qualquer coisa sem estar ouvindo uma boa música (leia-se Rock'n Roll! huahuahhau)
A parte gráfica do Fedora é o GNOME, idêntico ao do Ubuntu, mas com um tema diferente e uma organização diferente. Não gostei por exemplo da posição da lixeira na barra inferior. Já que ela fica entre as tarefas abertas e as quatro áreas de trabalho disponíveis, o que causa certa confusão. Preferiria que ela ficasse no canto como ocorre no Ubuntu. Mas isso é o de menos e deve ser possível ser configurado (embora eu não faça a mínima idéia de como agora!).
O que notei foi que o tema do Fedora é azul, e pessoalmente, é um tom de azul meio triste. Já dá uma certa sensação de "coisa morta" ao entrar no sistema. Claro que isso é facilmente mudado, só estou falando pois este é o tema padrão.
Entre minhas muitas missões no Fedora estavam: instalar a internet, tanto pelo modem, quanto pela radio (preferência), montar os outros sistemas para serem acessados pelo Fedora, corrigir o Grub do Fedora para que ele reconheça o Ubuntu. Bom, estes itens eu comento em outro post.
Abração
ps.: este texto teve de ser revisado pelo autor pelo excesso de erros, será sono ou falta de mulher? hauhauhaua
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