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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Deixando redondo um hp dv4 com Ubuntu 11.4

Resolvi instalar o Ubuntu no meu note nas últimas férias, e estou muito satisfeito com isso. No início me perdi um pouco com a nova interface Unity, mas após algum tempo já estou me acostumando bem a ela.

Alguns itens porém, ainda precisam ser configurados ou não estão funcionando no meu notebook HP Pavilion Dv4. Vou listá-las aqui, e conforme for conseguindo arrumar vou trazendo as soluções para compartilhá-las com vocês.

  • Controle remoto (RC1762308) não funciona
  • Headphone não funciona
  • Webcam não funciona
  • Undervolting não funciona
  • Leitor de impressão digital não funciona
  • Led do controle de mute não funciona

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

[DICA] Recuperando arquivos e partições excluídos por acidente

Galera,
o domingo foi puxado pra mim, tava indo tudo tranquilo, até a hora de ver o jogo do meu glorioso Galo e passar aquele "perrengue" , por sorte vencemos. Depois, coincidiu o momento que o Cruzeiro derrotava o Flu por 2 a 0 e dando passeio, com o momento que por acidente, exclui uma partição extendida. #panico

O que aconteceu foi que eu tava com uma partição com Linux que não estava sendo lida nem pelo Linux nem pelo Windows com ext2ifs. (Lendo sistema Ext2/Ext3 no Windows) Aí sempre quando clicava nela aparecia que a partição não havia sido formatada, eu então, ao invés de formatá-la fui ver se excluia e recriava outra maior. Porém....

Aviso aos encaltos: Muita atenção quando for manipular partições, e se não houver necessidade, não mexa nelas, a não ser que tenha feito backup de tudo que lhe importa no seu hdd.

Eu nunca pensei que com tanto tempo de experiência e nenhuma perda fosse fazer uma cagada dessas a essa altura. O fato é que ao manipular pelo diskpart do Windows XP, eu estava desatento e ao selecionar pelo gráfico qual partição eu queria excluir, sem querer eu não percebi que o que estava selecionado era toda a partição extendida e não apenas a partição lógica que eu queria excluir. Aí confirmei, babau...


Imaginem o pânico que eu fiquei a hora que eu percebi o tamanho do erro que eu tinha cometido? Tinha excluido a partição extendida onde estavam todos os meus arquivos pessoais dos ultimos 5 anos o.O
Logo corri para o Google. E já vou avisando, os primeiros resultados quando se procura sobre recuperar partição excluida, não são animadores. A maioria, incluindo um artigo técnico da Microsoft, falam que não é possível recuperar partições excluídas.

Por sorte, o Fluzão empatou em bh, e eu me acalmei por aqui, daí achei um comentário no fórum oficial do Ubuntu, e me lembrei do TestDisk. Ahaaa! Eu usei esse programa alguns tempos atrás quando meu hdd não estava reconhecendo as partições, na realidade a MFT tinha sido corrompida.

Procurei um tutorial antigo que eu tinha visto no GdH, mas ele foi pro tirado para ser incluído no Livro do grande Morimoto. Enfim, procurei, procurei, procurei. Mas o dia não era para o meu pc, primeiro foi isso, depois ao ler o disco do Kurumin 7, meu gravador de cd (de 2001) dá seu último suspiro. Tento imprimir um help do TestDisk, acaba a tinta da impressora... #ehfoda

O TestDisk vem dentro do Kurumin 7 e também em discos de ajuda como GParted ou UltimateBoot CD. Descobri até uma versão Windows dele, mas preferi usar a do Linux que já conhecia. Porém, o Fluzão virou em bh, e aí eu consegui recuperar os arquivos através do TestDisk. Na realidade como eu exclui a partição estendida por acidente, acabei evitando que pudesse sobreescrever os dados por acidente.

*É porque na realidade, você só perde os arquivos no hdd, quando eles são sobreescritos. Quando você exclui um arquivo, para aumentar a velocidade, o sistema apenas apaga os dados na MFT e coloca um til antes do nome do arquivo, o que indica ao sistema que é um arquivo excluído. Ao ler o hdd, o sistema ignora esses arquivos e considera espaço em branco, podendo reescreve-los. Existem formas de recuperar arquivos sobreescritos, mas aí "buraco é bem mais embaixo" e as chances de que os arquivos estejam corrompidos enormes. Por isso recomenda-se em caso de exclusão por acidente, não usar o hdd afetado como sistema e sim como secundário para que se possa efetuar uma varredura ou recuperação sem que haja sobreescrição de nenhum arquivo por uso normal do sistema.


Aí foi só usar o TestDisk e recuperar a MFT. Porém, ao fazer isso eu perdi acesso a minha partição primária com o Windows XP, daí com a ajuda do Ubuntu 9.10 Karmic Koala que eu baixei ontem, e que vou comentar sobre ele em breve, eu passei os arquivos essenciais para um pendrive e apaguei a partição (agora de forma correta), refazendo o caminho e reinstalando o Windows XP. Infelizmente, não consigo acessar as instalações Linux que faço em minha máquina por um problema de reconhecimento da placa e do hdd que sempre gera erro 18 no grub e nem com partição de boot no começo do hdd consegui resolver, mas isso já é outra história.


Guia rápido para uso do TestDisk para recuperar partições primárias, estendidas ou lógicas, ou arquivos excluídas por acidentes


1 - Baixe o TestDisk, ou use distros que o incluem, ou cds de salvação como UltimateBootCD (links acima).
Você também pode baixar a versão para Windows ou instalar no Linux (debian based) via apt.
sudo apt-get install testdisk
2 - Na janela de terminal do Linux, como root. Você pode se tornar root usando sudo su, na maioria das distros.
3 - Digite testdisk
4 - Na primeira tela, selecione o HDD a ser analizado. Plataforma Intel (maioria).
5 - Escolha a opção Analyze e depois Proceed.
6 - Serão listadas as partições atuais, efetuando o QuickSearch, ele buscará de forma rápida (levou menos de 2 minutos num hdd de 160 GB). Caso a partição desejada não tenha sido encontrada, use a opção Deeper Search (Bem mais demorada para buscar)
7 - As partições encontradas são listadas em verde, e tem os simbolos que as identificam.
* -> Boot | P -> Primária | L -> Lógica | D -> Deletada
Você pode alterar o tipo de cada uma usando seta esq./seta dir. Ou ainda acessar as partições para ver se os arquivos realmente estão lá, apertando a tecla p para entrar nos níveis de pastas e q para voltar.
8 - Estando tudo certo, você seguro de que sua estrutura de partições é a correta, selecione a opção Write para salvar no hdd e reinicie para ver as alterações.


No meu caso, eu consegui recuperar duas partições de forma intacta sem perder nem corromper um único byte sequer. Eu perdi a terceira partição porque ela já esta numa área muito longe do hdd, além dos 137.5 GiB reconhecidos pela placa mãe m810lr 7.1a.

Bom é isso aí. agora não precisa ter pânico, excluiu partição por acidente (não que você deva transformar isso num habito, porque um belo dia você pode não conseguir recuperá-la), você terá como recuperá-la usando o excelente TestDisk. Grande Abraço, e fiquem com Deus.

terça-feira, 29 de abril de 2008

[Linux] Primeiras impressoes do Ubuntu Hardy 8.04

O Ubuntu Hardy foi lançado ontem dia 28/04, mas já tinha uma versão beta disponível há bastante tempo. Eu baixei de ontem para hoje a versão final 8.04. Estava bastante ansioso, pois desde o Linux MInt 4.0 que não funcionou no meu pc, eu não testava uma distro Linux. E o Ubuntu me conquistou hehe, pois o utilizo desde a versão 6.10, e a cada seis meses baixo uma nova versão nem que seja só para dar uma olhadinha. Como todos sabem, após alguma procura, defini o Mandriva como minha distro padrão, atualmente uso a versão 2008.0, já que ainda não senti necessidade de atualizar para a 2008.1, pois a versão atual está rodando redondo redondo, rs Tanto que no momento estou escrevendo esse texto dela, para navegar na net, prefiro sempre usar o Mandriva.

Bom, mas o texto é sobre o Ubuntu rsrs
Baixei a ISO, levou umas 20h, minha net é de 128kbps. Hoje lá pelas 4h da matina (sim, eu ainda não dormi, tenho dificuldade para dormir a noite), o download terminou, eu verifiquei a ISO com o MD5, e estava tudo ok. Gravei a imagem e ao invés de usar o Nero, usei o InfraRecorder, que é recomendado na própria guia oficial do Ubuntu. O Infra é um programa opensource, freeware para gravação de cds. Eu pessoalmente gostei muito do programa.

Gravada a iso, reboot na máquina e início pelo cd. Agora logo de cara, o Ubuntu já pergunta qual idioma você quer usar, eu selecionei obviamente Português do Brasil (pt-br), comecei um teste de memória para verificar a memória do pc, mas já tava tarde e eu queria ver logo o Ubuntu, então cancelei. Se escolhermos a primeira opção logo depois de selecionar o idioma, testamos o Ubuntu em modo LiveCD, que é o melhor modo para testes.

O boot demora um tempinho, nada absurdo. De cara o que eu notei foi o novo papel de parede, muito mais interessante que o anterior. As opções padrão tudo lá, lixeira, duas áreas de trabalho, a barra de tarefas na parte com opções de programa, arquivos, rede, etc...

Programas

Office
Os programas do Ubuntu Hardy, são basicamente atualizações dos programas comumente usados no Ubuntu, OpenOffice 2.4, mas só com Writer, Spreadsheet, Presentations e Ink.
É interessante observar como o desempenho do OpenOffice é superior quando ele roda em um plataforma Linux, além de ser mais bonito também, muito mais atraente que a versão para Windows, dá até gosto digitar texto nele, é mais atraente até do que o Word, principalmente que o Word 2007, mas isso é outra história.. rsrs

Eu observei as funções dentro dos programas do OpenOffice, nada de muito inovador e também as extensões dos arquivos suportados, os padrões odf (OpenDocument Format) e também os padrões de mercado (doc, xls, ppt), eu estava procurando se já havia suporte para o OpenXML, mas por ter se tornado ISO (Organização Internacional para Padronização) a pouco tempo, ainda não está disponível.

Internet
Como browser, temos o Firefox, o curioso é que o Ubuntu Hardy já vem com a versão 3 da raposa vermelha, mas ainda o Beta 5, que eu comentei aqui há alguns dias. Para mim, mesmo sendo beta, foi uma ótima escolha da equipe do Ubuntu. Para email, temos o excelente Evolution.

Em mensageiro instantâneo, temos o ótimo Pidgin, antigo Gain, agora muito mais estável. Eu uso ele no meu Mandriva também. Para VOIP, o hardy vem com Ekiga, um programa que eu nunca testei, mas que é muito elogiado, como Skype OpenSource. O que eu observei, é a inclusão por padrão de um programa para peer-to-peer.

Imagens
Para imagens o Ubuntu traz o padrão GIMP atualizado, o SANE para Scanners e o G-Spot para visualização de imagens.

Som e Vídeo
Para som e vídeo o Ubuntu tras o clássico RhytmBox, e uma nova opção para busca de codecs. Por padrão eu não consegui abrir nenhuma mp3, mas ele me deu a opção de buscar os codecs necessários.

Acessórios
Além dos programas normais, encontrei um programa para criptografia.

Montagem de sistema de arquivos
Por padrão, o Ubuntu não conseguiu abrir minhas partições NTFS do Windows XP, e nem abrir a partição home do Mandriva, nesse caso por falta de permissões.

Administração e Configurações

Nessas áreas, estão as já padronizadas opções de configuração, funciona como se fosse um painel de controle. Eu pessoalmente gosto mais do Centro de Controle do Mandriva.
A única opção nova que eu notei, alias, duas.. foram: Drivers (Para configurar e detectar drivers proprietários) e Testing Hardware (que testa o hardware e no final pede para enviar o resultado para melhorar o database do Ubuntu).

Acesso a Internet
No acesso a Internet, por padrão o Ubuntu deixou a desejar. Embora, tenha detectado tanto o modelo da placa de rede quanto da placa de rádio, ele não deixou opção para ativar nenhuma das duas. Sendo assim, não tive acesso a internet durante os testes iniciais.

O que é interessante, pois até a versão 6.10, o Ubuntu dava perfeito suporte a minha placa de radio, uma RealTek 8180, porém nas versões seguintes isso não vem mais ativado por padrão.

Conclusões:
Primeiro ponto, estes testes foram bastante superficiais e relativamente rápidos. Só tentei observar o mais essencial, sempre usando a configuração padrão, ou seja, o que você tem assim que o Ubuntu termina de carregar.

Pude notar, uma evolução no sistema em alguns pontos, design, programas e atualizações. Porém, na parte dos drivers, achei que ainda deixa um pouco a desejar.
Não sei se vou executar um teste mais detalhado depois, talvez.. rsrs

Download do Ubuntu Hardy 8.04

To com sono agora,
Bom dia a todos, abraço

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Mandriva em uma palavra: Decepção

Olá pessoal, como estão?
Bem, eu estou numa gripe danada, a queda de temperatura acabou comigo.
No último post citei que minha próxima distro seria o Mandriva. Pois sim, eu baixei o cd do Mandriva 2007 Spring em LiveCD (Versão com GNOME). E tive uma certa decepção.

Para começo de conversa ele não reconheceu todos os recursos da minha ultrapassada gpu onboard, só atingindo resoluções de 800x600. Isto sendo que ele dá a opção de 1024x768 durante a tela de boas-vindas. Falando em boas-vindas. A tela inicial é confusa, se você troca de idioma as opções mudam, e não estou falando de uma simples tradução. Algumas opções simplesmente não existem em outros idiomas. Eu acho que se eles não podem traduzir tudo, traduz o que dá, e mantém as opções em inglês mesmo, senão você tem a impressão de ao selecionar o idioma x estar sendo impedido de usar tudo permitido.

O laranjão da tela de boas-vindas também não é dos mais atraentes, e após o sistema iniciar, fica mais estranho ainda. Sem falar que o tempo de boot do danado não é brinquedo não... Parece que ele tá detectando tudo, mas acho que é por que é lerdo mesmo.

Nas reviews linux, do Mandriva o trazem como uma distro fácil de usar, bonita, organizada, etc... Bem, essa spring não achei o maior primor em beleza (questão de gosto...), organizada ela é sim, aparenta ser fácil.. só até um ponto.. você começar a mexer, aí é que as coisas apertam. Nem todas as opções funcionam, algumas estão disponíveis mas não têm função, etc... De novo volto a citar, se essas opções não têm função em livecd, para que elas estão lá???

Por exemplo, o Mandriva reconheceu meu modem e minha placa de radio: um smartlink micromodem e uma realtek 8180, e dá a impressão de que possui os drivers. Só que se você tenta usá-lo, ele avisa não que não é possível iniciar o dispositivo usando tal driver, que possui o nome e as versões dos dispositivos de hardware que eu tenho. De novo não entendo, se o driver é correto, por que não inicia?

Famoso no Mandriva é o seu Centro de Controle. Fui então todo animado conhecê-lo, ele de aparência e organização parece ser o máximo, ainda mais sendo um linux, já que a maioria das distros não costuma se preocupar com certos detalhes...Mas você vai mexer e começam os problemas, opções que não funcionam, links que não existem... pronto, minha ultima esperança por água a baixo... :(

Como conclusão, desisti de instalar o Mandriva no HD. Imagino que estes erros que eu enfrentei sejam por ser uma versão livecd, aliás torço por isso. Mas senão for... corram para o Ubuntu, que é muito mais jogo! Comparada com lives como Kurumin, ou o Ubuntu, o Mandriva 2007 parece engatinhar...

[]s

terça-feira, 8 de maio de 2007

Minha próxima distro será...

E aí pessoal?
Voltei! São seis da matina, eu fiquei por aqui mexendo e nem dormi ainda.
Estava procurando algumas coisas no google, depois tava lendo o GuiaDoHardware.net.
Nisso acabei parando num artigo do Carlos Morimoto, que estava criticando um artigo colocado no UOL Tecnologia que trazia uma review de duas distros do Linux: Ubuntu 6.10 e Mandriva 2007 Cooker.

A crítica do Morimoto, se dava pelo fato dele ter considerado a reportagem tendenciosa e parcial. Eu não li a reportagem original toda, dediquei mais tempo a leitura do artigo do Morimoto, bem a suas citações do artigo original do UOL. Bem, pra dizer a verdade não achei que o jornalista tenha agido de má fé, apenas como um winuser típico. O que eu quero dizer?
Bem, quero dizer que ele é um usuário acostumado a ter tudo mastigado e o mínimo de esforço com preocupações menores e diferentes do universo ao qual ele já está habituado.

Percebi isso em alguns trechos como o que ele fala que não sabia da partição de swap ser necessária. Sim, é um completo desconhecimento, mas partindo da premissa que ele quer instalar um Linux, seria mais plausível que ele pelo menos tivesse se informado basicamente sobre o tema. Já que embora o próprio Windows seja simples de instalar, algumas vezes ele trás segredos como o próprio Morimoto citou na sua crítica.

Tirei algumas conclusões: A reportagem não é tão inválida, visto que a atitude do jornalista é a atitude de um winuser típico, ou seja, seria a forma como a maioria dos usuários acostumados ao Windows agiriam ao se deparar com estas situações. A outra conclusão, é que sim, para uma revisão realmente eficiente era necessário uma parte introdutória com quesitos necessários para instalação para que o leitor já fosse apresentado as peculiaridades do Linux, as mais evidentes, é claro, já que também não precisamos assustá-lo, rsrs Bem como dedicar mais detalhes a parte pós instalação, como a interface o uso de programas, a organização, etc...

Enfim, isso me traz um tema de um filme que vi recentemente sobre a história verídica de Stephen Glass, um jornalista de uma das revistas mais conceituadas dos Estados Unidos que inventava histórias e as publicava na revista The New Republic como se fossem verdadeiras.
Traduzindo, não acredite em tudo que lê, busque sempre mais de uma fonte para o mesmo tema, para poder analisar assim de forma mais imparcial.

Bom, mas por que essa história toda afinal? Bem, após ler as críticas do Morimoto, a review que ele passou do próprio GdH e a conclusão do artigo do UOL, além de comentários positivos dos usuários do fórum GdH, decidi conhecer o Mandriva! Já estou baixando do site oficial, tive certa dúvida em qual versão escolheria, já que tinha um monte, mas tinha de escolher uma pra minha arquitetura (586), e a dúvida maior acabava ficando entre: GNOME ou KDE, como acho o GNOME mais bonito escolhi baixar ele. O KDE eu acho mais prático, mas como eu já tenho um sistema com KDE aqui.. Sim estou falando do Kurumin 7, a distro mais prática que eu conheço, desisti dele. Enfim, minha próxima distro será o Mandriva 2007 Spring!

Bom dia pra vocês! Agora irei dormir, daqui a pouco tenho de acordar para trabalhar!

Abração

Desisti do Fedora 6 por enquanto

Olá pessoal,
Bem, como o próprio título já diz, eu desisti do Fedora por enquanto. Nâo tive muita sorte com a distro, os drivers da placa de radio não deram certo, assim como também não funcionaram os do modem hsp56. Não consegui montar partições nfts nele também.

Que eu consegui foi consertar o grub para o Ubuntu reaparecer. Foi simples. Depois de montar a partição do Ubuntu. (Editei o /etc/fstab coloquei referência a partição, depois em /mtn, criei a pasta ubuntu e por fim, usei mount /mnt/ubuntu). Assim copiei do grub do Ubuntu os dados necessários para iniciá-lo e colei no grub do Fedora que estava como padrão. Depois disso reinstalei o grub na mbr com grub-install. Isso só foi possível na conta root, antes o /etc/fstab nem estava disponível.

Não gostei muita da distro não... só confirma que eu não tenho sorte com distros da Red Hat. A primeira que eu coloquei a mão, foi uma da Red Hat e também não deu certo de jeito algum.
Fato que me afastou do Linux até que eu conheci o Kurumin em 2006. O Fedora é uma distro bonita, usa o GNOME, mas não tem suporte a muitos drivers, nem vem com o gcc instalado. Eu não dei sorte com ela por causa da falta de sorte nos dispositivos de acesso a internet, mas outros podem ter mais sorte.

Eu não desisti completamente do Fedora, o fato é que eu acabei precisando da partição (espaço) para gravar um dvd que eu estava copiando. Como o Fedora não estava funcionando bem, entre ele e o Ubuntu, preferi excluir ele. Inclusive deu um trabalhão excluir a partição do Fedora no Ubuntu. Eu instalei o gparted pelo apt-get (apt-get update, depois como root, apt-get install gparted). E tentei formatar a partição em ntfs. Não estava disponível, tentei em FAT32, deu erro falando que já estava montado. Tentei de novo não deu certo. Desmontei a partição via terminal (umount /dev/sda9, o ubuntu reconhece todas as partições como hds scsi), só consegui quando decidi excluir a partição e aí então formatar e mesmo assim deu erro, então usei o comando mkfs.vfat para formatar e aí funcionou. Mas depois a partição apareceu no XP. O detalhe é que o grub era do Fedora, ao formatar a partição dele, perdi o grub e consequentemente todos os sistemas operacionais do hd. Usei o cd do xp e reinstalei a mbr com (r para entrar no console de recuperação após os sistema carregar e depois, fixmbr).

Para corrigir o grub e de novo recuperar o Ubuntu. Pretendo fazer o seguinte: Usar um live-cd do Kurumin, copiar as informações do grub do Ubuntu para o grub do Kurumin e tentar instalá-lo na mbr. Depois eu comento aqui se deu certo.

Já estou pensando nas próximas distros que eu vou testar. Estou tentado em duas: OpenSuse 10 e Slackware 11. Uma é considerada das mais simples para o usuário iniciante, a outra é considerada a distro linux mais pura disponível. Bem, destas eu ainda teria que baixar. Mas em casa eu já tenho duas: Gentoo e Resolinux. Vou comprar uns cds, gravar as iso que eu tenho e testar uma delas, é mais prático. Ainda não terminei nem de ler a apostila básica do Foca sobre Linux. rsrs

Bom, são 4 da matina, boa noite!

Abração

domingo, 6 de maio de 2007

Muita ralação no Fedora Core 6

Olá pessoal,
por estes dias, as coisas estavam um pouco corridas, aliás ainda estão.. rs
Bem, como citei em outros posts, instalei o Fedora Core 6, depois do Ubuntu, ficando com o 98, o XP, o Ubuntu e o Fedora Core 6. O Dual Boot do XP não foi prejudicado após a instalação do Fedora, o Grub detectou Others durante a instalação. Porém, o Ubuntu não foi detectado. Eu tentei usá-lo adicionando a partição dele de forma manual. Mas quando fui testar, o sistema não consegue inicializá-lo, já que o Kernel dele não é carregado.

Além disso, meu Fedora Core 6, não consegue acessar internet. Por que? Bem, o danado não tem instalado nem o driver da placa de rádio, uma RALink rt61, nem do modem v.92, um hsp56 amr com chip smartlink. Porém, ele reconhece sozinha a placa de rede, uma sis 900 onboard. O que já me diz que provavelmente ele conseguiria acessar uma speedy, ou velox seme problemas.

Como esse não é meu caso, lá vem dor de cabeça. Como vocês já devem saber, usar Linux algumas vezes não é fácil. Se você não tiver internet nele então, fica dureza brava. Minha primeira experiência com o Linux, acho que deu mais errado pelo fato de eu não consegui acessar a net, do que pelo fato da interface gráfica não iniciar e eu ter de usar o modo texto. Estou falando de uma experiência que tive em 2001. Em outro post eu comento isso melhor, isso se já não comentei e me esqueci. Minha memória anda um lixo.

Outra coisa interessante, nosso amiguinho Fedora não monta as partições fora dele por padrão. Traduzindo: nada de conseguir acessar seus arquivos do xp por ele. Isso é uma forma diferente do Ubuntu, que monta todas as outras partições por padrão. Vantagem do Linux que têm suporte a uma "porrada" de sistemas de arquivos. Enfim, não conseguia acessar os arquivos dos outros sistemas, o que me deixou sem minhas mp3 e bastante frustado. É horrível fazer qualquer coisa sem estar ouvindo uma boa música (leia-se Rock'n Roll! huahuahhau)

A parte gráfica do Fedora é o GNOME, idêntico ao do Ubuntu, mas com um tema diferente e uma organização diferente. Não gostei por exemplo da posição da lixeira na barra inferior. Já que ela fica entre as tarefas abertas e as quatro áreas de trabalho disponíveis, o que causa certa confusão. Preferiria que ela ficasse no canto como ocorre no Ubuntu. Mas isso é o de menos e deve ser possível ser configurado (embora eu não faça a mínima idéia de como agora!).
O que notei foi que o tema do Fedora é azul, e pessoalmente, é um tom de azul meio triste. Já dá uma certa sensação de "coisa morta" ao entrar no sistema. Claro que isso é facilmente mudado, só estou falando pois este é o tema padrão.

Entre minhas muitas missões no Fedora estavam: instalar a internet, tanto pelo modem, quanto pela radio (preferência), montar os outros sistemas para serem acessados pelo Fedora, corrigir o Grub do Fedora para que ele reconheça o Ubuntu. Bom, estes itens eu comento em outro post.

Abração

ps.: este texto teve de ser revisado pelo autor pelo excesso de erros, será sono ou falta de mulher? hauhauhaua

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Testando o Fedora Core 6

E não é que eu to na febre do Linux? Não resisti, e instalei mais uma distro. Dessa vez a versão free da Red Hat, o Fedora Core 6. Ele não é mais diretamente desenvolvido pela Red Hat, mas a equipe que encabeça o projeto ainda contém integrantes que trabalham na Red Hat.

O Fedora eu já conheço, o utilizo no curso que eu faço gratuitamente pelo governo de MG. É uma distro bonita, completa e bem planejada, em muitos pontos nem se percebe que não é o Windows dada a atenção em detalhes desse tipo. A versão que eu tenho é baseada em GNOME, a outra versão que eu testei utilizava KDE.

Até agora, só posso comentar a parte da instalação. Como o Fedora vem num DVD, tive de usar o drive de dvd pra isso. Geralmente eu o deixo como secundário, mas para dar boot preciso que ele esteja em master. Troquei os jumpers dele e pronto. A instalação foi tranquila. Usei uma das partições FAT32 que eu tinha no hd, e que eu comentei em outro post anterior. Formatei em EXT3. A instalação deve ter levado o mesmo tempo da instalação do Ubuntu. Depois, ele abre o assistente, e manda reiniciar.

O Fedora instala o grub como gerenciador de boot. Eu adicionei o Ubuntu 7.04 nas configurações, já que o Windows já havia sido detectado. O Fedora ficou como padrão, eu não sei porque, já que eu tinha deixando o Windows como padrão. Após carregar o sistema, que é uma coisa rápida, aparece o GNOME com uma papel de parede espetacular. Na primeira fuçada que eu dei nessa versão, já observei que muitos dos programas do Fedora são os mesmos do Ubuntu. Mas o Fedora é baseado no Red Hat e não no Debian. Traduzindo ele utiliza pacotes rpm ao invés dos pacotes deb.

Não sei se terei tempo para testá-lo por estes dias, estou bastante ocupado com o trabalho. Mas espero que consiga sim!

Abração

Ubuntando ainda...

E minha saga no Ubuntu 7.04 continua, rs
Acho que não mexo no meu Windows XP desde ontem. Bem, hoje estive testando o Ubuntu. Realmente muito estável, incluindo os programas. Instalei usando o Automatix os codecs de vídeo e audio que faltavam, já estou ouvindo mp3 há muito tempo, hehe.. Demorou um pouco para baixar tudo pela lerdeza da minha net, mas depois foi só correr pro abraço. Como o RhythmBox já tem suporte nativo para o last.fm através de um plugin, foi só configurar e ter acesso a esse serviço essencial para os que não podem viver sem música, como eu!

Aproveitei para testar algumas coisas, instalei alguns programas como um calibrador de monitor chamado xgamma. Como meu monitor já está velho, ele tem problema com escurecimento, calibrando o gamma, torno-o mais usável. Porém, quando eu reinicio, a calibragem volta ao padrão. Ainda tenho de descobrir como mantê-la.

Para testar minha webcam, instalei o programa Camorama. Por enquanto a captação de luz tá horrivel, não sei se é problema do driver ou do monitor mesmo. Mas acho que é do driver, no Windows a coisa funciona razoavelmente bem.
Outro dia vou testar outros programas similares para comprovar.

Outro teste foi com meu Scanner Tcê S440, que tava até guardado. Tentei usá-lo no Sane, mas o danado não dá suporte pro meu bichinho, rsrs.. Achei algumas outras soluções, até mesmo o fabricante real dele a Primax. Acho que vou testar as soluções que o Google me deu amanha. Afinal sao 4 da matina! huhuhu

O Ubuntu por enquanto tem me deixado muito satisfeito só não gostei que na hora que mandei ele desligar ele não desligou. Parecia até o Windows 98, rsrs
Mas como ele já havia desmontado tudo, desativado Swap, não vi mal em desligá-lo na marra. Mas tenho de ver porque ele não desliga automaticamente. Em outro post, trago mais info sobre o espetacular pacote Automatix e também o outro lado da moeda, o novo Windows, Vista!

Abraçao

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Mais impressões do Ubuntu Feisty Fawn 7.04

Olá pessoal,
estou escrevendo este texto de dentro do meu querido Ubuntu Feisty Fawn. Eu tinha escrito que não haveria espaço no hd para instalá-lo, mas como fui obrigado a fazer um remanejamento para criar uma partição maior (eu tinha duas partições de 4.5 GB), acabei resolvendo testá-lo antes de criar esta nova partição.

Na instalação já notei que o Ubuntu a tornou mais simples do que a versão anterior e corrigiu um bug chaaaaatooo, que dificultava a instalação do Ubuntu na partição que determinavamos. Na minha experiência com o Ubuntu 6.10, eu só consegui que ele permitisse a instalação se fosse usando o hd todo. No meu caso, usar 40 GB somente para uma distro do Linux é inviavel, já que a maioria absoluta dos programas e jogos que eu mais utilizo só funcionam no Windows.

Bem, então ele permitiu que eu o instalasse numa dessas partições. Como eu já tinh auma partição de swap de 256 MB (eu a criei anteriormente dada a frequência com que eu testo livecds, é essencial, sem falar que esses 256 MB não vão ser o fim do mundo por ficarem atoa em quanto uso o Windows). A instalação demorou um pouquinho, não marquei o tempo, mas talvez uma +- 30 minutos. Eu fiz isso as 4 da manhã, e deitei. Mas como não conseguia dormir, acabei observando como corria a instalação.

Reiniciei o pc então. O Ubuntu instalou um boot loader, acho que o lilo, graficamente não é muito interessante, mas ele é bem rápido. Ainda não consegui passar o XP para padrão no boot loader (na realidade eu não tentei.. rsrs). Então o Ubuntu carregou, e para minha surpresa o tempo de boot diminuiu! huhuhuhu
O sistema carrega bem rápido após o primeiro loading.

O Ubuntu por padrão já vem com o OpenOffice.org 2.2, que após a instalação já percebi que está carregando mais rápido do que no 6.10, e o melhor, ele carrega mais rápido do que o OpenOffice.org do Windows, e do que até mesmo o Microsoft Office 2003 do Windows. É bem rápido mesmo. Sem falar que devido a aparência GNOME, parece que a suíte fica ainda mais atraente.

O ponto negativo é que mesmo eu tendo selecionado Português do Brasil para a instalação, o OpenOffice está em inglês. Para mim, isso não faz a mínima diferença, esse inglês técnico de programas de computador é muito manjado. Porém, para usuários iniciantes que não sabem inglês se torna um tormento. Muita gente pode achar o programa ruim só por causa desse detalhe. Já vi gente recusando até Photoshop só porque era em inglês.

Para a internet, como já citei, o Ubuntu melhorou muito seu suporte a placas Wireless, que antes vinha, mas não era grandes coisas. Ele já tem até detecção automática eficiente, em muitos casos. Embora, algumas placas possam dar problema. Mas quem já viu solução Linux em que a pessoa não passe pelo menos um único "perrengue" chato né? Eu pelo menos nunca tive esta sorte.

O Feisty vem com Firefox 2.0, que caí como uma luva no GNOME, mantendo a mesma qualidade da versão Windows. Que em algumas distros acaba perdida como o Kurumin por exemplo. Este até tirou o Firefox e colocou o IceWeasel. Na realidade é porque o time do Debian preferiu assim. Fato que considero uma arbitrariedade já que eles mandam o IceWeasel como se fosse o Firefox e não é!
Mas isto eu já comentei em outro post. Como programa de email vem o Evolution. Na minha opinião deveriam ter mandado o Thunderbird da suíte do Firefox, mas com jeitinho a gente consegue usar bem o Evolution. Para mensagens instantaneas o Feisty vem com o Gaim, em versão bastante estável e facilmente configurável. Só senti falta de um plugin de aviso da música que você está ouvindo por padrão.

Em som e vídeo, encontramos excelentes players. Aqui o Ubuntu dá show em outras distros. Pois o Totem é anos luz mais confiável do que o Kaffeine ou MPlayer, ótimo player de vídeo. Para ouvir música temos o RhythmBox player excelente de aúdio. Além disso temos ferramentas para ripagem de cds o SoundJuicer e para gravação de cds o Serpentine. São programas separados mas que de maneira geral se completam. O ponto negativo como já citei em outro post é que o Ubuntu insiste em excluir codecs proprietários da instalação padrão. O que literalmente torna um saco para os usuários a cada instalação ter de baixar isto da internet.

Os codecs podem ser baixados de várias maneiras. A que eu usei primeiro foi tentar abrir um arquivo de mp3, o RhythmBox abriu e disse que precisava baixar. Em live cd foi tranquilo, ele baixou os codecs e eu pude ouvir as mp3 sossegado. Demorou um pouquinho por que a net aqui é de apenas 128 Kb/s. Já o vídeo não deu muito certo, pois mesmo baixando o codec recomendado pelo assistente o arquivo rmvb que eu tava tentando abrir só abriu o som. =P

A segunda maneira é buscar os codecs pelo nome pelo Synaptic. E uma terceira maneira é usando o Automatix. Programa de terceiros que baixa coisas essenciais ao sistema que o Ubuntu mantém de fora por ideologia. O Automatix merece um post só pra ele.

O Ubuntu é uma das distribuições mais voltadas para o usuário que torna uma transição Win-Linux tranquila, devido a forma semelhante como tratam os usuários. O Ubuntu é completo, já vem com softwares essenciais que por padrão não vêm no Windows, como o OpenOffice, por exemplo. Além de ser bonito, intuitivo e fácil de usar, assim como Windows. O ponto negativo é mesmo a ausência de certos codecs e drivers proprietários essenciais. Além de um modo de gerenciamento administrativo mais completo, bem como algumas configurações de sistema (que provavelmente podem ser feitas via arquivos de texto muito comuns no Linux, mas que para usuários iniciantes não dizem nada).

O Ubuntu é show!


Abração

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Linux: Acessando Internet do Ubuntu 7.04 LiveCD

Ola' pessoal,
to acessando o blog de dentro do Ubuntu Feisty Fawn rodando em livecd. Ele e' mais pesado que o Kurumin 7, mas esteticamente e' show, sem falar que ele e' bem simples do ponto de vista do usuario, lembrando muito o comportamento do Windows. Como assim? Estou falando do comportamento de excluir o usua'rio de questo~es menores como saber determinadas configuracoes ou ter de alterar determinados arquivos. Tudo e' grafico, pronto pra usar.

O Ubuntu ainda mantem a mania de nao incluir certos codecs proprietarios o que o impede de ser uma distribuicao pronta para usar. Ele so abre aqueles arquivos livres, que pra dizer a verdade, quase ninguem usa... Nao que eu seja contrario a esse formato livre, acho a ideia muito boa, e ate faco algumas conversoes usando, mas o padrao e' proprietario. Estou falando mais especificamente de videos mpeg e arquivos mp3.

Parece que o tempo de boot do Ubuntu nao mudou muito em relacao a versao anterior, e o sistema carrega normalmente, a diferenca e que nessa versao logo ao iniciar ele ja esta rastreando a procura de interfaces de internet. Como aqui e wireless, ele indicava os pontos de acessos disponiveis. Porem n'ao conseguiu se conectar sozinho. Para que ele se conectasse (eu uso internet via radio), precisei colocar a interface wired wireless em roaming, e configurar a interface wireless com os parametros necessarios, bem como dns. Se o seu provedor utiliza dhcp, talvez ele ja funcione sem essa dica. Senao, vale a pena tentar.
O ruim e que como voce tem de fazer uma configuracao manual para isso, ele acaba nao indicando que voce esta conectando (aquele icone com o nivel de sinal). E voce acaba tendo de descobrir isso sozinho.

Mas o importante e que finalmente o Ubuntu conseguiu habilitar a opcao de internet sem que tivessemos de fazer grandes malabarismos, e muitas vezes sem sucesso, como foi o meu caso na ultima tentativa.

O Ubuntu ja vem com o openoffice.org 2.2. Ele demora mais pra carregar do que o vem na versao anterior, mas deve ser pela evolucao da distro mesmo.
Eu como usuario do Kurumin, notei uma diferenca basica entre as duas distribuicoes. O Kurumin e simples, automatizado, bonito. Mas faz as acoes de forma semi-transparente aos usuarios. Fato positivo quando essa acao resulta em erro, o que facilita na correcao. Ja o Ubuntu trabalha de forma transparente, fato que levou que eu o comparasse com o Windows, que e mestre nesse comportamente, que e ideal para a maioria dos usuarios.

O Ubuntu usa o GNOME, que pessoalmente eu acho capricha mais nas interfaces graficas do que o KDE, sendo assim mais bonito esteticamente. A sensacao quando vi o Ubuntu pela primeira vez, foi a mesma que tive quando vi o XP pela primeira vez, um sistema bonito. Mas como eu ao contrario de muitos, preso mais a eficiencia do que a beleza do sistema, muitas vezes para economizar recursos em pc mais fracos, deixei a interface grafica caprichada de lado e usei aquela aparencia do Windows 2000. No Ubuntu isso parece nao ser possivel, quer dizer, possivel deve ser, mas nao deve ser muito viavel mesmo.

Como ja devem ter percebido nessee post, meu teclado nao foi configurado automaticamente, mas tudo bem, o Ubuntu deu boot automatico e eu nao interferi em nenhuma opcao ate o sistema estar totalmente carregado. Sendo assim, a probabilidade de que isso seja concertado com uma simples selecao de idioma no boot.

Essas sao minhas primeiras impressoes do Feisty Fawn, o novo Ubuntu, o 7.04.
Nao o irei instalar dessa vez, nao tenho espaco no HD para mais sistemas alem dos Windows. Mas para o futuro essa distro pode ser uma opcao. Recomendo a quem quiser experimentar o Linux. Em proximos posts, trago mais impressoes.

Abraco

quinta-feira, 8 de março de 2007

Brincando com as partições: Windows 98 e XP

Olá pessoal,
por esses dias estou ocupado em instalações e reinstalações do Windows, isso após duas semanas mexendo no Linux, entre o Kurumin e o Ubuntu. O Kurumin é uma distro excepcional de tão completa, já o Ubuntu é uma distro bonita, estável, mas longe de ser completa e com alguns bugs chatos como o de reconhecimento da placa wireless.

Agora, estou de volta ao Windows, pois percebi mexendo no Linux que o Windows não é tão "Ruindows" assim. Ainda não desisti do Linux longe disso, mas tenho tarefas que só podem ser realizadas tranquilamente, por hora, no Windows. Por isso estou reparcionando o HD.
O Windows 98, além de ser por motivos nostalgicos é para rodar jogos e programas antigos que possuem problemas de compatibilidade com o XP. O XP ainda continua sendo o porto seguro. E o Linux será instalado novamente para estudo.

O problema ainda é o tamanho das partições, tinha designado 1 GB para o Windows 98, só que com as atualizações e direct x, além do arquivo de paginação, o espaço acabou sendo pouco.
Um esquema de partição para cada objetivo é o principal, tinha designado 10 Gb para o XP para poder sobrar mais espaço para outros SO, mas o espaço acabou sendo pouco.

[]s

domingo, 3 de dezembro de 2006

Ubuntu sem net

Não durou nada minha alegria, nem seis horas pra ser mais exato. A conexão wireless desconfigurou e eu não consegui configurar mais... Agora tá dando erro de Kernel quando eu tento configurar.. Em uma palavra irei resumir essa chata situação: "Fudeu"

Abraços

sábado, 2 de dezembro de 2006

Ubuntu na net

bom dia pessoal,
que alegria to acessando o forum nesse momento pelo ubuntu, que orgulho!! rsrs Tres dias fuçando ate conseguir.. antes s'o estava conseguindo rodando o linux pelo vmware no winxp.. agora ta sozinho podendo aproveitar o desempenho..
e realmente a net parece estar mais rapida do que no windows..
Pra dizer a verdade, essa 'e a primeira vez q eu consigo acessar a net pelo linux de casa... e segunda vez na vida!

capturei uns screens.. hehe



abraços

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